Guia de SEO para blogueiros

Navegando pela internet encontrei um site sobre SEO muito interessante, o SEOBOOKS. O domínio é especialziado em SEO, tendo bastante conteúdo que atende às necessidades tanto de um iniciante na área quanto de um profissional de otimização de sites.

Para quem tem um blog, esse site criou um guia específico para os blogueiros otimizarem as suas páginas, e assim melhorarem seus posicionamentos nos mecanismos de buscas. Pra começar, o SEOBOOKS faz uma diferenciação entre a otimização de um site normal e o SEO num blog, chamando a atenção para o caráter social do blog, nas palavras do site "um blog tem como foco dar às pessoas algo sobre o que possam falar", e essa característica não deve ser esquecida no momento da otimização.

O guia não é muito longo, dá uma visão geral sobre otimização. Para um conhecimento mais profundo, recomendo uma navegação extensa pelo site. Quem está começando agora no mundo SEO, vale a pena ler o Guia de SEO para iniciantes, feito pelo Google.

Ao passar do tempo, vou tentar traduzir alguns trechos mais importantes do guia de otimização de blogs, já que o SEOBOOKS é escrito em inglês. Entretanto, para quem busca conteúdo em português recomendo uma leitura do blog DosLucas, ou acessar os sites MarketingdeBusca.com e o Fique-Rico, ambos trazem bastante conteúdo interessante.

Abaixo um vídeo de 5 minutos feito pela equipe do SEOBOOKS. Este vídeo faz parte do SEOTRAINING, que pretende fazer as pessoas aprenderem SEO através de rápidas lições regulares.

Microsoft lança promoção para aumentar o uso de seu buscador

Na tentativa de aumentar o uso do seu buscador, a Microsoft lançou no Canadá o BigTicketSearch. Essa promoção oferece prêmios para quem usar o buscador Live Search da Microsoft.

Por enquanto, a promoção é valida apenas para residentes no Canadá. Ela funciona da seguinte forma: o usuário faz uma busca e se essa busca casar com uma das buscas premiadas o internauta ganha prêmios, que vão desde um cartão-presente no valor US$ 50,00 a um Mitsubishi Lancer SE.

Essa promoção integra os esforços da Microsoft em ganhar espaço no mercado mundial de buscas, que deve movimentar mundialmente cerca de US$ 40 bilhões até 2012. A empresa pode acelerar esse processo de realmente comprar o Yahoo!. No início do ano, a companhia chegou a oferecer US$ 47,5 bilhões pelo Yahoo!, mas a proposta foi erjeitada pela diretoria da empresa. Hoje, o Yahoo! enfrenta diversas dificuldades para se manter como um player grande e independente no mercado da internet, e seu valor de mercado não passa dos US$ 15 bilhões

Google lança ferramenta de analytics para Flash

Após anunciar a tecnologia para indexar as páginas em flash, o Google lança mais um serviço para os desenvolvedores que criam aplicativos e páginas usando a tecnologia da Adobe. Agora a ferramenta de Analytics do Google é capaz de medir a interação dos usuários com as animações em Flash.

Como funciona o Google Analytics para Flash

A principal diferença entre a ferramenta de analytics para flash e para páginas da web, é que como o Flash pode ser embutido em qualquer lugar, o programa de analytics precisa ser capaz de medir as interações não apenas de um único local, mas também de dentro do aplicativo, não importando onde ele esteja colocado.
O vídeo abaixo mostra como o Google Analytics para Flash funciona.

Esta nova forma de medir a interação com o Flash abre novas possibilidades para o marketing, já que passa a ser possível vender publicidade em widgets de modo que a remuneração esteja atrelada ao número de interações dos usuários ou o tempo gasto com o aplicativo. Além disso, se torna possível otimizar um anúncio de widget, pois agora dará pra saber quais links de um aplicativo são mais clicados e quais são menos. Ou seja, novamente o Google inova na publicidade online, criando oportunidades e dasafios para todos os profissionais e empresas da área.

Eficiência: os resultados de um email marketing bem feito


Uma pesquisa divulgada recentemente pelo emarketer mostra que para os anunciantes o email marketing é a segunda prática da publicidade digital que entrega os melhores resultados. Vale aqui lembrar que não estamos falando de SPAM, que é aquela praga de receber mensagens publicitárias sem ter autorizado o seu envio, mas estamos falando do marketing de permissão, aquele em que o usuário se inscreve e aceita receber mensagens de um determinado anunciante.
Para 32% dos anunciantes, o email marketing gera os maiores volumes de venda, essa taxa é menor apenas que a de links patrocinados, que geram os maiores volumes de vendas para 44% dos anunciantes.

Entretanto, o número de pessoas que abrem as mensagens publicitárias enviadas por email vem caindo. No primeiro semestre de 2008, a taxa média de acesso a esses email era de 13,2%, contra uma taxa de 16,11% em 2007. E a taxa de cliques, ou seja o número de usuários que abrem o email e clicam em alguns de seus links, caiu de 3,18% para 2,73% no mesmo período.

Segundo a pesquisa, para aumentar a taxa de abertura de um email marketing o anunciante deve usar títulos curtos (de até 35 palavras) e objetivos. ALém disso, deve levar informação relevante e segmentada para o internauta.

Google lança apostila sobre otimizacao de sites para iniciantes

Qualquer trabalho de otmização de sites (SEO) leva em consideração prioritariamente os parâmetros usados pelo Google, buscador usado por mais de 90% da população da internet brasileira. Então, nada melhor como ler uma apostila sobre otimização de sites feita justamente pela equipe do Google.

Pois a equipe do Google escreveu essa apostila e a disponibilizou na rede. O texto é escrito em inglês e de uma menira simples, para que um webmaster comum entenda perfeitamente. os conceitos. As informações trazidas pela apostila não são nenhuma novidade para quem já está na área, mas dá muitas dicas importantes para quem não entende muito de SEO.

Há uma preocupação imensa do Google de lembrar aos webmasters que seus sites devem ser feitos pensando nos usuários e não nos mecanismos de buscas. Esta lembrança aparece em diversas partes do texto.

Tópicos da apostila sobre otimização de sites


Essa apostila sobre otimização de sites inicia falando gerenicamente sobre o que é o SEO e seus objetivos, depois vai tratar da otimização dos títulos das páginas, das meta tags de descrição, da construção de URLs amigáveis, da construção de uma boa navegabilidade entre as páginas de um site, da otimização de imagens, da produção de conteúdo original e contínuo, da restrição de determinadas páginas aos buscadores, o uso do atributo rel="nofollow" e como a divulgação deve ser feita sem ofender as diretrizes dos buscadores.

Baixe aqui a apostila, vale a pena dar uma lida, mesmo que você já seja um especialista na área. Se você for um iniciante, fica como um manual extremamente útil nos esforços para aumentar a visitação de seu site/blog.

De volta à ativa

Lucas Reis

Passei um bom tempo sem postar no blog, mas foi por uma boa causa. Neste período, terminei mais um relatório sobre Marketing de Buscas aqui no Observatório de Publicidade em Tecnologias Digitais. Nesse relatório falei sobre a construção de marca através do marketing de buscas, como ele se relaciona com o comércio eletrônico e as perspectivas que a mobilidade traz para o SEM. Além disso, falei quais têm sido os modelos empresariais mais bem-sucedidos na área.

Agora volto à ativa no DosLucas. Esse blog vai continuar trazendo para o portugês o conteúdo das pesquisas de ponta sobre publicidade digital que estão disponíveis apenas em inglês. Além disso, voltarei a reportar as principais notícias e inovações do Marketing de Buscas, notícias essas que geralmente são veículadas nos grandes sites de SEM que são escritos em inglês. Além disso, no blog do Observatório escreverei análises mais densas sobre as tendências da publicidade digital que identificarmos em nossas pesquisas.

Por fim, eu e meu brodinho Tarcízio Silva estamos trabalhando em dois projetos digitais. Primeiro, criamos o novo newsletter da Câmara Americana da Bahia, que deve ter seu primeiro envio ainda este ano. Além disso, estamos otimizando o Blog TccComunicação. Este blog traz monografias e pesquisas sobre a comunicação e suas sub-áreas, o objetivo do blog é facilitar o relacionamento entre pesquisadores e profissionais de comunicação.

Enfim, estou de volta e com muita coisa nova pra contar.

Relação entre publicidade e conteúdo na internet

Este artigo começa afirmando que a relação entre publicidade e conteúdo tem se tornado bastante tênue na internet. Desta forma, os autores pretendem investigar se a prática de unir publicidade e conteúdo irá prevalecer ou se tornar menos comum com o avanço da Internet. Para realizar tal investigação, os autores dividiram o percurso em quatro etapas: 1º propõe-se uma classificação entre as estratégias de publicidade relevantes; 2º faz-se uma descrição do comportamento do usuário em termos de busca e bloqueio; 3º analisa-se as escolhas de estratégias por parte dos anunciantes para se identificar se o empacotamento será preferido; 4º olha-se para algumas evidências empíricas.

1º As estratégias de publicidade na Internet
Os autores afirmam que as categorizações de publicidade normalmente utilizadas não são perfeitamente aplicáveis para se analisar o empacontamento (da publicidade com o conteúdo). Por isso, o autor afirma que existem três estratégias de anúncios na internet : o anúncio direto e indireto; anúncios contextuais e não-contextuais; e publicidade com recompensa e sem recompensa. Como a publicidade por empacotamento tem de ser direta, sobram seis possibilidades de uso das estratégias citadas. Entretanto, em diversos casos a recompensa pela publicidade pode ter um custo muito alto para o anunciante. Sendo assim, existem três grandes estratégias possíveis para anúncios por empacotamento.

2º Descrição do comportamento do usuário na internet m termos de busca e bloqueio
Mesmo nos meios convencionais, o consumidor pode bloquear a sua exposição a um anúncio. Entretanto, nas novas mídias, este bloqueio é ainda mais fácil. Para os autores, o consumidor só irá buscar informações de um anúncio se isso for melhorar a sua decisão de compra. Mas tende a bloquar a publicidade se achar que o custo de se expor a ela é maior do que a recompensa que possa receber.

3º Estratégias dos anunciantes
Pelo custo de uma pesquisa e pelas possibilidades de bloqueio que os consumidores têm com as mídias convencionais, os anunciantes tendem a usar os anúncios diretos para atingir esses consumidores. Entretanto, na internet, com o aumento das possibilidades e a redução dos custos de pesquisa e bloqueio, os anunciantes devem usar mais frequentemente os anúncios indiretos. Os anúncios contextuailizados, segundo os autores, tendem a ser menos usados, pois como há uma abundância de informações na Internet, facilmente encontráveis quando desejado, os consumidores tendem a tolerar cada vez menos as interrupções provocadas pelos anúncios diretos.

Resumo de The relationship between advertising and content provision on the Internetn de Yuehong Yuan, Jonathan P. Caulkins and Stephen Roehrig

Os bastidores da Guerra dos Navegadores de Internet

Lucas Reis

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O lançamento do Google Chrome colocou luz numa área da internet que nos últimos anos era vista como coadjuvante. O novo navegador da maior empresa de internet mundial promete colocar fogo no mercado de browsers, hoje amplamente dominado pela Internet Explorer da Microsoft e, de uma maneira bem mais tímida, pelo Firefox da Fundação Mozilla. Com este assunto de volta às manchetes, o Blog de Tecnologia do Portal Exame disponibilizou um documentário sobre a história dos browser de Internet.

Ao ler um pouco sobre navegadores, duas perguntas devem vir à cabeça do leitor: a 1ª - o que diferencia um navegador do outro, eles não fazem a mesma coisa, ou seja, mostrar os conteúdos das páginas da web?; e a 2ª - Por que uma empresa colocaria tempo e dinheiro num software que todo mundo irá baixar de graça?

A resposta da 2ª pergunta deriva da primeira. O browser, ou navegador, é uma plataforma em cima da qual diversos produtos e serviços podem ser oferecidos pela Internet, da mesma maneira que o Windows, um sistema operacional, é a principal base para desenvolvimento de softwares para PCs. O papel do browser é, por um lado, permitir que os editores e webmasters ofereçam cada vez mais coisas através da Internet, e, por outro, tornar a web cada vez mais útil e simples para o usuário. Como o mercado de serviços e produtos pela Internet é multibilionário e tem excelentes perspectivas, fica claro porque uma empresa investe no desenvolvimento destes produtos.

O documentário abaixo mostra a guerra dos browser que foi travada no início da web, em meados dos anos 90, entre a Microsoft e a Netscape. Hoje, é fácil saber quem foi o vencedor da briga, mas o filme abaixo mostra através de quais métodos essa vitória se deu.

Agora, parece se iniciar uma nova guerra de navegadores de internet, com a Microsoft (IE8), o Google(Chrome), a Fundação Mozila(Firefox), a Opera e a Apple (Safari) brigando para cair nas graças do usuário. Vamos torcer para que o vencedor desta briga seja o internauta e a rede como um todo.

Qual a seqüencia mais eficaz entre a publicidade e a propaganda

O artigo se inicia afirmando que as pesquisas sobre comunicação integrada têm evoluido no sentido de clarear e definir conceitos, mas não têm oferecido guias aos profissionais de marketing de quais as melhores práticas para cada situação. Este artigo pretende examinar como e quando são mais efetivos duas das práticas mais comumente usadas pelos profissionais: publicidade e propaganda.

Kotler define publicidade como qualquer forma paga de promoção ou apresentação não-pessoal de idéias, serviços ou produtos. Já o conceito de propaganda é um espaço gratuito na mídia usado para promover uma idéia, produto ou serviço. Apesar de os conceitos serem bem estabelecidos, não há pesquisas que mostrem qual a combinação de mídia e a estratégia de publicidade e propaganda mais eficaz para ersuadir umpúblico e levá-lo a uma ação pré-determinada.

A literatura da área de marketing comumente afirma que a propaganda tem maior credibilidade que a publicidade, sendo, portanto mais efetiva. Os motivos incluíriam um custo menor da propaganda e o fato de o endosso de uma terceira parte fortalecer a mensagem. Para fortalecer este argumento, há o dado de Kotler de que as chances de um consumidor ser influenciado pela propaganda é cinco vezes maior que pela publicidade. Entretanto, estes argumentos não têm uma sustentação empírica sólida, e faltam pesquisas que comprovem que de fato há esta diferenciação.

Os autores, então, organizaram um teste para avaliar quatro variáveis: credibilidade percebida; força da mensagem; atitude quanto a destinação; e pretensão de compra. Estas variáveis foram testadas em grupos que apenas foram expostos à publicidade; apenas à propaganda; publicidade depois propaganda; e propaganda depois publicidade.

Os testes mostraram que a credibilidade percebida pelo consumidor é 13% maior quando a propaganda antecede a publicidade do que quando a publicidade é usada sozinha. Já a força da mensagem é 7,5% maior quando se usa a seqüência propaganda-publicidade, que quando apenas a publicidade é usada.

Já a intenção de compra é 30% maior quando apenas a propaganda é usada. Quando ela precede a publicidade, a taxa cai para 22%.

Desta forma, a pesquisa conclui que a propaganda não substitui a publicidade, mas esta complementa os esforços daquela, de maneira que a seqüência propaganda-publicidade mostrou-se mais eficiente.

Resumo do texto Sequence Matters A More Effective Way to Use Advertising and Publicity, de Marsha D. Loda e Barbara Carrick Coleman.

Coordenação entre o movimento dos Olhos e do mouse nas telas de resultados de buscas

O artigo se inicia afirmando que diversos pesquisadores têm explorado o tema do padrão de cliques nas telas de resultados de buscas. Apesar de extremamente importante, estes estudos têm algumas limitações. Por exemplo, não conseguem indicar quais outros resultados foram levados em consideração pelo usuário antes de decidir onde clicar. O estudo da forma como os usuários vêm a tela oferecem algumas outras informações valiosas, mas só podem ser feitos de maneira difícil e numa pequena escala. Já os estudos dos movimentos do cursor do mouse em uma tela de resultados de buscas oferecem ainda mais respostas, e podem ser feitos remotamente e em larga escala. Este artigo pretende identificar os padrões de coordenação entre o caminho do olhar e do cursor do mouse dos usuários numa tela de resultados de pesquisas.

Os resultados da pesquisa levaram a identificação de alguns padrões.

1 - o usuário mantem o mouse parado enquanto os olhos vasculham a página. O mouse só é movimentado quando uma ação é decidida (por exemplo, clicar num link ou manipular o navegador). Este é o chamado padrão incidental;

2 - o modo ativo do mouse é aquele em que o usuário usa o mouse como um auxílio na hora de vasculhar uma página. Há pelo menos 3 sub-padrões:

2.1 - Seguir os olhos verticalmente: o usuário move o mouse para baixo, mas sempre mantendo o cursor na mesma altura de onde os olhos estão lendo no momento;

2.2 - Seguir os olhos horizontalmente: o usuário move o cursor do mouse horizontalmente em cima ou levemente abaixo de onde estiverem lendo no momento;

2.3 - Marcando um determinado resultado: o usuário pousa o mouse em cima do resultado que julga ser o mais promissor. Enquanto isso, os olhos continuam vasculhando a página em busca de outros resultados.

Geralmente, o padrão de coordenação mais comum entre o mouse e os olhos é o incidental, pois os usuários escolhem os resultados do topo da página. Os outros padrões só são observados quando o internauta passa desta região da página. Entre os padrões de uso ativo do mouse, o mais comum é o que segue verticalmente a leitura dos olhos (76% dos usuários seguiram esse padrão em algum momento). O menos comum é o horizontal, com 36%. Já o padrão de marcação de resultados foi adotado por 56% dos usuários.

Resumo do Artigo the relationship between advertising and content provision on the internet.

Como a primazia de uma marca afeta o seu desempenho no longo prazo

O texto se inicia com afirmação de que muitos pesquisadores têm estudado sobre os hábitos do consumidor. Estas pesquisas têm evoluído bastante, mas principalmente nos mercados de produtos enlatados, como detergentes e refrigerantes. Nestes mercados, já se sabe que os consumidores tendem a manter um limitado repertório de marcas em suas mentes, de modo que a publicidade serve apenas para confirmar e reforçar os padrões de compras já estabelecidos. Entretanto, pesquisas realizadas em 1996 apontam que, em média, há uma rotatividade de 15% nos consumidores de bens de consumo não-duráveis, ou seja, a cada ano, 15% dos consumidores mudam de marca e são repostos por exatamente 15% de novos consumidores. Os números variam a depender do tipo de produto. Por exemplo, 2% dos consumidores de sabão em pó mudam de marca a cada ano, e são repostos por outros 2%. Desta forma, a publicidade também tem como objetivo atrair os novos consumidores que substituirão os antigos.

O que este artigo se propõe é investigar o poder da primazia do consumo em novos ambientes, ou seja, investigar se os consumidores tendem a permanecer comprando o primeiro produto experimentado num novo ambiente de consumo. O artigo visa também identificar de que forma as táticas de Marketing influenciam neste processo.

Pesquisas anteriores haviam mostrado que em um novo ambiente de compra, o consumidor tende a experimentar todas ou várias marcas por um curto período, e depois escolher uma ou duas destas para continuar comprando, de modo que ações de marketing posteriores não alteram significativamente os hábitos de consumo das pessoas. Entretanto, as ações de marketing que levavam a um primeiro contato de uma marca com o consumidor, tinham como resultado uma fidelidade de longo prazo.

Os testes da pesquisa mostraram que o fato de um produto ter sido o primeiro a ser experimentado, aumenta em 100% a média de sua compra no longo prazo. A primazia de uma marca aliada a ações de marketing de curto prazo aumenta em até 176% a média de compra de um produto.

Por que existe a primazia de um produto.

Se a experiência inicial com um produto for satisfatória, o consumidor tende a não se interessar por pesquisar e comparar novos produtos, tornando a escolha de uma determinada marca inconsciente.

Um outro argumento, se baseia em aspectos culturais, já que toda experiência inicial inclui uma espécie de ritual de passagem, de modo que o primeiro contato guarda mais significados e memórias que os posteriores. Este argumento é ainda mais forte quando se aplica a uma primeira vez, de um modo geral. Como exemplo, a primeira cerveja bebida, ou o primeiro carro comprado.

A importância da primazia de uma marca para o marketing é que os profissionais de marketing devem se esforçar para colocar o consumidor em contato com uma marca tão cedo quanto possível. Esta recomendação traz, pelo menos, 4 componentes:

1 - Identificar quais consumidores são passíveis de experimentar um produto num novo contexto;

2 - Direcionar a comunicação para estes consumidores;

3 - Certificar de que a primeira experiência de compra será satisfatória para o cliente;

4 - Minimizar a interferência dos produtos e comunicados dos concorrentes;


Resumo do texto - How Behavioral Primacy Interacts with Short-Term Marketing Tatics to Influence Subsequent Long-Term Brand Choice, de Arch G. Woodside e Mark D. Uncles.

Aprendendo a anunciar - como a Programação Genética é usada na escolha de anúncios contextuais

O texto se inicia com uma rápida retrospectiva sobre o mercado publicitário on-line, destacando a queda no faturamento das empresas de Internet entre 2001 e 2002, e relacionando a recuperação do mercado, a partir de 2003, com o aumento do uso de anúncios baseados em palavras-chave. Esta forma de anúncio começou a ser usada nas páginas de resultados de buscas, em que anúncios publicitários são exibidos ao lado do resultado da busca do usuário, e são escolhidos levando em consideração as palavras usadas pelo internauta em sua pesquisa. Posteriormente, os anúncios baseados em palavras-chave passaram a ser exibidos em páginas da Web, o que gerou novos desafios na hora de estabelecer quais anúncios devem ser exibidos, já que em Webpages os anúncios são escolhidos baseados no conteúdo da página, e não em algumas poucas palavras digitadas pelo usuário.

Para resolver este problema, os autores propuseram uma nova forma de lidar com os anúncios exibidos com base no conteúdo de Webpages. Este novo relacionamento se baseia numa Programação Genética (Genetic Programming - GP). Trata-se de uma máquina de aprendizado inspirada na evolução biológica para achar soluções otimizadas para certos problemas. A suposição dos autores era a de que a GP seria capaz de aprender o conteúdo de uma página e estabelecer quais anúncios são coerentes com ele.

Programação genética (Genetic Programming - GP) é um conjunto algoritmos de buscas com inteligência artificial que segue os princípios biológicos de herança e evolução. Trata-se de uma forma de resolução muito usada em problemas extremamente difíceis, principalmente para aproximar relacionamentos funcionais não-lineares e complexos.

Para testar a Programação Genética como forma de estabelecer anúncios mais coerentes a conteúdos de páginas na Web, os autores usaram 100 páginas de um jornal brasileiro, páginas estas que tratavam sobre assuntos diversos. E, de um grupo de 93.972 anúncios que se ligavam a mais de 68 mil palavras-chave, foi escolhido um grupo de 2.337 anúncios para o teste. A tarefa da Programação Genética era a de escolher os três anúncios mais relacionados a cada página.

Após o teste, percebeu-se que houve uma melhora de 61,7% no estabelecimento e posicionamento de anúncios relevantes ao conteúdo de uma página.


Resumo do texto Learning to Advertise

Métricas para uma consistente mensuração do valor de uma marca

Lucas Reis

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Este artigo visa identificar quais são as principais métricas usadas para se medir o valor de uma marca. Ele se inicia afirmando que enquanto algumas consultorias se dedicam a estabelecer um valor para uma marca, a maioria das empresas estão mais interessada em saber quanto a força de sua marca impacta em suas receitas. Por isso, segundo ele, várias companhias usam o market share para estabelecer um valor ao branding. Entretanto, na maioria dos casos este método é pouco acurado . Os métodos mais indicados pela maioria dos autores para se medir o valor de uma marca são: a possibilidade de incrementar vendas; percepção de qualidade através da marca; lealdade a um produto; tendência de influenciar compras futuras. Entretanto, os profissionais de Marketing utilizam mais de quinze métricas diferentes para valorar uma marca. As mais utilizadas em relatórios são: lembrança de marca, com 78%; Market Share, com 78%; e valor agregado ao preço. Porém, as mais valorizadas são: percepção de qualidade, 62%; lealdade do cliente, 67%; nível de satisfação, 45%.

Para o autor, é necessário criar métricas baseadas na essência do patrimônio de uma marca. Estas métricas deveriam mostar os potenciais e habilidades de uma marca. Para o autor existem pelo menos dois componentes fundamentais que refletem o verdadeiro patrimônio de uma marca: resistência e alavancagem.

Resistênca é a habilidade de uma marca de proteger a si mesma e gerar receitas consistentes a longo prazo.

Alavancagem é a energia potencial de estender o sucesso de uma marca para produtos relacionados ou não.

Para mensurar esses componetes o autor sugere que seja levado em consideração o comportamento do consumidor que é leal a uma marca. No comportamento do cliente, três aspectos são espcialmente importantes: crenças, hábitos e tendência.


Resumo do texto In Search of True Brand Equity Metrics, Thomas J.Reynolds e Carol B. Phillips.

Continuação: Efeitos da repetição de anúncios na Internet

Em ambientes saturados de informações, a melhor estratégia para se obter um resultado efetivo com a publicidade é repetir a mesma mensagem diversas vezes. Isso aconteceria porque o consumidor tem uma capacidade limitada de reter uma mensagem, de modo que a exposição repetida a uma mesma mensagem reduz as chances de esquecimento desta e a salienta das
suas concorrentes.

Estudos apontam que posicionar publicidade em ambientes contextualmente favoráveis aumentam a sua eficiência, pois consumidores interessados na mensagem da marca tendem a processá-la de maneira intencionalmente diferente, o que diminui as chances de esquecimento. Além disso, se há um tema comum ao conteúdo de uma página e ao anúncio, isto deve facilitar o chamado processo relacional, em que o consumidor unifica, conecta categoriza as informações, tornando-as mais salientes na memória e melhorando a sua lembrança. Porém, mesmo numa página com conteúdo e anúncios ligados, não se deve perder de vista que se trata de um ambiente competitivo, já que serão exibidos vários anúncios contextuais numa mesma página, assim, os autores argumentam que deve-se seguir a máxima de que um mesmo anúncio repetido diversas vezes tem maiores chances de ser percebido e lembrado pelos internautas.

As pesquisas dos autores mostram que a lembrança de marca é, praticamente, duas vezes maior quando se usa anúncios variados em um ambiente não competitivo (aquele em que não há anuncios similares). A diferença se mantem também em ambientes competitivos, porém nestes, são mais eficientes os anúncios que se repetem diversas vezes. Esses mesmos anúncios geram uma taxa de cliques 40% maior quando colocados em ambientes competitivos, já a estratégia de usar anúncios variados aumenta em 100% a eficiência de uma publicidade em ambientes não-competitivos.

Exibir anúncios contextuais aumenta a lembrança de marca em 83,51%, enquanto eleva em mais de 60% a intenção de cliques. Da mesma forma, repetir a exibição de um mesmo anúncio em páginas com conteúdo relevante para o anúncio é apenas um pouco menos eficiente que exibir anúncios diversos, entretanto, é muito mais eficiente em termos de lembrança de marca quando exibido em páginas com conteúdo irrelevante.

Início do resumo

Resumo de parte do artigo - Advertising Repetition and Placement issues in on-line enviroments

Efeitos da repetição de anúncios na Internet

Os anunciantes chegaram à internet desde a sua abertura comercial, em 1994, atraídos pela interatividade da web, seu amplo alcance e alta possibilidade de segmentação. Entretanto, a partir de 2005 a taxa de cliques nas publicidades on-line caiu de uma média de 7% para cerca de 0,5%. Mas, mesmo assim, os investimentos publicitários continuaram a crescer.

A eficiência da publicidade na Internet tem caído por diversas razões. Primeiramente, o número de anúncios aumentou bastante. Segundo a Jupiter Media Metrix, um usuário médio da internet foi impactado por cerca de 950 banners em 2005. Além disso, os usuários têm focado mais no conteúdo das páginas, e prestam pouca atenção nos anúncios.

Uma estratégia da mídia tradicional para contornar o desinteresse dos usuários pela publicidade, é repetí-la diversas vezes para aumentar o recall. Os autores sugerem que se faça o mesmo na internet, onde é até mais fácil exibir um anúncio que seja relacionado ao conteúdo de uma página.
Os estudos sobre a eficiência da publicidade na internet tem focado bastante na questão da taxa de cliques. Estes estudos descobriram que anúncios interativos têm uma clicagem maior. Além disso, a depender do tamanho e da forma do anúncio, além da sua cor ou se ele oferece algum incentivo à interação também influenciam na taxa de cliques.

Mas, além de gerar tráfego para um site, os anúncios devem aumentar as vendas. Neste caso, descobriu-se que campanhas com taxa de cliques mais baixa geravam conversões maiores que as com altas taxas de cliques. Assim, surgiu o interesse pelo chamado view-through rate (número de pessoas que veem um anúncio, não clicam, mas acessam o site do anunciante posteriormente).

Recentemente, diversos pesquisadores mostraram que o impacto dos anúncios na internet é positivo, gerando conhecimento de marca e um patrimônio de marca de longo prazo. Esses pesquisadores argumentam que, por isso, a melhor forma de se avaliar uma campanha on-line é através de instrumentos tradicionais, como pesquisas sobre conhecimento de marca etc, e não a taxa de cliques. Alguns pesquisadores identificaram que a lembrança explícita de consumidores expostos a publicidade na internet é baixa, mas a lembrança implícita é alta.

Descobriu-se que o efeito da repetição de um anúncio nos meios tradiocionais segue a regra do "U" invertido, em que a atitude em relação ao anúncio cresce desde as primeiras exposições até atingir um topo e iniciar a cair, pois o mesmo anúncio visto repetidamente diminui o interesse do espectador. Um autor chamado Manchanda descobriu que a exposição repedita a anúncios de banners na Internet aumentam as receitas, mas a medida que se aumenta o número de exposições, o ROI cai a cada exposição. Os autores deste artigo partem da hipótese de que "a repetição do anúncio em banners aumenta a lembrança de marca e a taxa de cliques em ambientes online".

Resumo de parte do artigo - Advertising Repetition and Placement issues in on-line enviroments. Veja a continuação aqui

Google aprimora ferramenta Adsense

O Google anunciou ontem que irá aplicar um aprimoramento tecnológico nos anúncios exibidos pela sua rede de sites afiliados, a plataforma AdSense. Esta melhora se dará com o uso de uma tecnologia da Double Click, empresa recentemente comprada pelo Google. Com este novo recurso será possível:

- Permitir ao anunciante monitorar quantas vezes um usuário viu o mesmo anúncio. Isto deve aumentar a eficiência dos anúncios e melhorar a experiência do usuário, que não verá sempre o mesmo anúncio;

- Informar quantos usuários já viram um determinado anúncio, e em média quantas visualizações foram feitas por usuários;

- Informar aos anunciantes quantos usuários acessaram o seu website após verem os anúncios, mesmo não os tendo clicado;

- Tudo isso deverá aumentar a performance dos anúncios.

Entretanto, para conseguir esses dados o Google instalará um cookie na máquina dos usuários. Cookies são programinhas que, após instalados no computador, registram todo o comportamento dos internautas, como quais sites foram visitados, quais páginas vistas e quanto tempo durou a navegação. Segundo o Google, o internauta poderá, se quiser, desabilitar a instalação dos cookies.

Busca é a segunda prática mais popular da internet dos EUA

Pesquisa divulgada pelo e-marketer mostra que usar buscadores de internet é a segunda prática mais popular da Internet americana. 49% dos internautas dos EUA usam os mecanismos de buscas diariamente. Esta prática só perde para o uso diário de e-mails, atividade realizada por 60% dos usuários da internet.

Essa enorme popularidade dos buscadores nos EUA fez com que o número de buscas realizadas em Junho fosse recorde naquele naquele país, com 11,4 bilhões de buscas realizadas. Isso tudo deve fazer o investimentos em publicidade em mecanismos de buscas atingir US$ 19 bilhões apenas nos EUA em 2012, um média de crescimento de 16% ao ano nos próximos 4 anos, muito acima dos cerca de 3,5% de crescimento anual da publicidade americana como um todo.

Mesmo a crise ecônomica americana deve favorecer o Marketing de Buscas, pelo seu baixo custo e fácil monitoramento de resultados, essa prática deverá ganhar força já que com os orçamentos de publicidade das empresas mais apertados, os gestores de Marketing deverão focar nas práticas que entreguem melhores resultados, em menos tempo e que sejam altamente flexíveis. Tudo que o Marketing de Buscas é.

Contratar ou terceirizar os profissionais de Marketing de Buscas?

Quando uma empresa decide investir em Marketing de Buscas, a primeira dúvida que deve surgir é: terceirizar ou contratar diretamente os profissionais de SEM? Esta é realmente uma questão difícil de se resolver. Contratar traz a vantagem de diminuir custos e manter o conhecimento de SEM dentro de casa. Terceirizar traz a vantagem de um trabalho especializado e totalmente comprometido com resultados. Nesta balança, o que é mais vantajoso?

No Brasil, há ainda um outro complicador: a falta de bons profissionais de SEM. Como o marketing de Buscas é uma área nova e que vem crescendo rapidamente, é difícil encontrar profissionais plenamente capacitados para atuar com as várisa facetas do SEM. O que torna um Search Engine Marketer um profissional caro. Nos EUA, por exemplo, o salário de um profissional de Otimização de Sites (SEO) é de US$ 50 mil ao ano. Então, é melhor arcar com esse custo ou torná-lo mais flexível com a terceirização do serviço?

Esta é uma decisão que depende de cada situação, orçamento, prazo, meta e empresa. Mas em geral, acredito que deve-se enxergar o Marketing de Buscas como parte integrante de toda uma estratégia de comunicação para a Internet (e fora dela). Se este serviço é feito por uma empresa externa, por que fazer o SEM internamente e tornar a interação deste com as campanhas on-line mais lentas e menos eficientes?

Uma grande site, com um bom orçamento para links patrocinados e preocupação com o posicionamento nos mecanismos de buscas e com o buzz nas mídias sociais pode empregar até 5 pessoas para executar todas as ações de SEM. Ou seja, um novo departamento. Vale à pena inchar o organograma de uma empresa para fazer o trabalho que não é o core business da companhia?

Por seu turno, as agências de comunicação para a Internet devem sempre ter em mente que têm de provar que, apesar de o SEM poder ser feito internamente, o trabalho especializado de uma agência agrega valor ao serviço, melhorando o ROI, enfim, devem mostrar que a agência vale mais do que custa.

Intel prevê 1,2 bilhões de dispositivos para a internet móvel em 2012

Lucas Reis

A Intel divulgou uma previsão de que o número de dispositivos móveis (celulares, inclusive) com acesso a Internet deve ser de 1.2 bilhões em 2012. Este boom deve acontecer por causa do aumento da importância de estar conectado à internet para os usuários.

A Intel lançou estes dados no mesmo dia em que lançou oito pacotes de chips para dispositivos móveis. Estes chips prometem diminuir em até 45% o tamanho dos dispositivos móveis e em 34% o consumo de energia destes aparelhos. Além disso, aIntel afirma que os usuários de dispositivos móveis devem exigir o mesmo desempenho que obtêm em seus desktops e laptops, o que cria um novo e grande mercado para os processadores de alto desempenho.

A Intel tem recebido pressão do mercado para tornar mais ágil o seu crescimento no setor móvel, área em que a líder é a AMD.

Internautas afirmam mudar de hábitos para proteger privacidade

Lucas Reis

Gráfico que mostra a porcentagem de internautas que afirmam mudar de hábitos com medo de perder a privacidade de seus dados na Internet
Pesquisa do Portal Internet Evolution mostrou que os internautas planejam mudar seu comportamento na Web caso sintam que a privacidade de seus dados está ameaçada. Ao serem perguntados se os recentes casos em que a justiça obriga os grandes prestadores de serviços on-line a divulgar dados sobre a atividade dos usuários alteraria o seu comportamento na Web, 50% dos entrevistados responderam que vão usar a Internet de maneira mais cautelosa. 18% vão abolir o acesso a determinados sites e 32% dizem que não mudará nada.

A Internet é cada vez mais central na vida das pessoas e, além de informações sobre conteúdo e sites acessados pela Web, o usuário acaba enviando dados como número de telefone, endereço residencial, número de cartão de crédito etc. Estas são informações extremamente confidenciais, mas, graças à forma como a Internet foi concebida e executada, todos estes dados são rastreáveis e armazenáveis.

Maneiras criativas de se fazer Link Building

Justilien Gaspard, um Consultor americano especializado em Link Building, critica em sua coluna no Search Engine Watch a forma padrão de se conseguir links na Internet. Segundo ele, a forma tradicional de se conseguir links através de spam comments (comentários excessivos em Blogs cujo único objetivo é gerar links para um site, e não contribuir para a discussão), spams em mídias sociais e compra de links acabam construindo um conjunto de links de baixa qualidade, e muitos destes links acabam sendo desconsiderados pelos buscadores na hora de classificar uma página. A grande oportunidade do link building seria incetivar os clientes a linkarem para o site de uma empresa.

Uma das principais características da Internet é o fato de que o usuário pode emitir as suas idéias dispendendo pouco tempo e dinheiro. E as opções não faltam: Blogs, Fóruns, Redes Sociais, Sites de Compartilhamento, Sites Pessoais, colunas em Sites colaborativos etc. Acontece, que este usuário com vez e voz também pode já ser um cliente, e por que não incentivá-lo a falar sobre a empresa da qual é consumidor?

Isto teria pelo menos duas conseqüencias positivas. Os textos feitos pelos usuários seriam ricos em palavras-chave e um link oriundo deles teria alto valor para os buscadores. Além disso, um tópico iniciado num Blog pode iniciar uma discussão sobre um produto ou empresa e "vazar" para outros Blogs e Fóruns, de onde podem surgir novos links de alta qualidade.

Uma outra conseqüencia positiva é que uma indicação despropositada de um blogueiro pode aumentar a credibilidade de uma Empresa, melhorando a sua imagem e solidificando a sua marca. Não se deve esquecer que a otimização de um site tem um imenso poder de construção e fortalecimento de marca.

Para incentivar os clientes a escreverem sobre uma empresa, pode-se, primeiro, identificar as páginas que já citaram a Comapanhia, mas não linkaram, para se entrar em contato com o editor da página e sugerir que crie este link. Uma outra forma é iniciar uma campanha de mail-marketing sugerindo que os clientes escrevam sobre a empresa. Em troca, pode se oferecer brindes ou qualquer outro tipo de compensação.

Assim, além de se avançar no processo de otimização das páginas de um site, se criam novas oportunidades de relacionamento, branding e vendas. Este é o bom Marketing de Buscas.

Microsoft lança BrowseRank, novo algoritmo de buscas

A Microsoft divulgou hoje que desenvolveu um novo algoritmo para aprimorar o seu mecanismo de buscas. Trata-se do BrowseRank, algoritmo que, segundo a companhia, oferece melhor resultados de buscas que o PageRank, do Google.

Em que consiste o BrowseRank


O BrowseRank da Microsoft atribui autoridade a uma página na Web através do comportamento dos usuários nestas páginas. Estas informações podem ser conseguidas através dos servidores de Websites e de plug-ins instalados nos navegadores que os internautas usam para acessarem a Internet. As páginas mais visitadas e em que os internautas passarem mais tempo serão consideradas as melhores, e receberão uma classificação mais alta.

A Microsoft, entretanto, reconhece que o PageRank do Google é uma boa forma de se atribuir autoridade às paginas na Web, e afirma que ele pode ser utilizado junto com o BrowseRank na criação de uma fórmula maior de classificação de páginas na Web.

Depois de ver sua proposta de compra ser rejeitada diversas vezes pelo Yahoo!, a Microsoft parece que vai acelerar o seu desenvolvimento tecnológico nas buscas. A empresa é a terceira colocada no mercado americano de buscas, com 9,2% do total de buscas no país, bem distante dos 61,5% do Google. O mercado americano de buscas é o maior do mundo, movimentando cerca de US$ 10 bilhões anuais em anúncios contextuais.

Continuação - Microsoft lança o BrowseRabk, novo algoritmo de buscas

O líder Google sabe que o negócio de buscas é bastante competitivo e, por isso, concentra a maior parte de seus esforços em aprimorar o seu mecanismo. Apenas no último trimeste, os técnicos do Google fizeram 100 alterações nos algoritmos do buscador. Recentemente, Udi Manber, Vice-Presidente de Engenharia, Qualidade de Pesquisa da empresa fez um post explicando como trabalha a equipe que desenvolve e aprimora o buscador do Google.

O Yahoo! não fica atrás, e desenvolve neste momento três experimentos para avançar no mercado de buscas. O BOSS (build your own search service), que permite que outros editores usem o mecanismo de busca do Yahoo! e exibam seus anúncios em seus sites. O SearchMonkey,que permite aos sites de conteúdo elaborarem mini-páginas da Web para aparecerem nos resultados das buscas no Yahoo!. E o Glue Pages, que exibe junto aos resultados das buscas uma miríade de páginas relacionadas ao assunto pesquisado pelo usuários.

A própria Microsoft, além de tentar comprar o Yahoo! e de desenvolver sua própria tecnologia, comprou o inavador buscador baseado em Web Semântica, PowerSet.

Se o algoritmo BrowseRank vingar, a otimização de sites passará ainda mais pela produção de conteúdo de qualidade e pela usabilidade das páginas e arquitetura da informação dos sites.

Agência Russa Begun, Comprada pelo Google, apresenta lucro recorde


A Begun, agência russa de publicidade contextual na Internet, apresentou hoje um balanço semestral extremamente positivo. Na primeira metade do ano de 2008, a agência russa já lucrou 25% a mais que em todo o ano passado. Este resultado se deu por uma conjunção de fatores. Primeiro, o mercado de publicidade contextual (links patrocinados, por exemplo) na Rússia movimentou US$ 200 milhões em 2007 e deve apresentar crescimento de 70% em 2008. Segundo, a base de anunciantes ativos da Begun já é igual ao pico do ano passado. São, ao todo, 1245 agências anunciantes. Boa parte delas têm sede fora da Rússia. Estes anunciantes aumentaram o seu gasto máximo em 9% e a rede de sites parceiros da Begun aumentou em 30 mil este ano, atingindo um total de 173 mil sites afiliados.

Mas por que essa agência russa virou notícia neste Blog? Primeiro, por atuar no setor de publicidade contextual, base fundamental do Marketing de Buscas. Além disso, atua num país emergente, onde a publicidade na Internet ainda é incipiente, como no Brasil. Mas, fundamentalmente, a Begun é notícia por ter sido comprada pelo Google mês passado por US$ 140 milhões. Isso, agora, parece ter sido um ótimo negócio para o Google, que comprou um empresa lucrativa, com alta escalabilidade e atuante num mercado grande e promissor. Comprando esta sólida empresa, o Google pode acrescentar know-how e tecnologia para melhorar ainda mais os resultados da empresa. O Gigante de Mountain View não da ponto sem nó. Fica a questão de como é que a Microsoft, com a carteira cheia de dinheiro para aquisições, deixou passar essa barbada??

Facebook lança selo de qualidade para seus aplicativos


O FaceBook Anunciou no F8, Conferência da Empresa para Desenvolvedores, que lançará um selo de qualidade para os aplicativos desenvolvidos para a rede social. A idéia é aumentar a segurança, a qualidade e a transparência dos aplicativos além de diminuir a possibilidade de abusos através destes.

Mark Zuckerberg, Fundador e Presidente do FaceBook, afirmou que ainda não tinha desenvolvido uma forma de recompensar os bons desenvolvedores de aplicativos e de punir os maus. O selo FaceBook Great Adds será dado aos aplicativos que atenderem a uma lista de 10 critérios, que atentam para critérios de utilidade, confiabilidade e design, dentre outros.

Os aplicativos que atenderem parcialmente a estes critérios receberão o selo Facebook Verification. Os que não atenderem a nenhum destes critérios receberão pouca ou nenhuma divulgação na rede social. Não é obrigatória a verificação dos aplicativos, mas os add-ons que não passarem por esse processo terão pouca divulgação na rede.

Tendências do Marketing Buscas com a evolução da Web

Segundo a Media Contacts, o Marketing de Buscas continuará sendo o coração do Webmarketing mundial. Isso irá se dar junto a uma maior complexidade desta forma de Marketing, a medida que o conteúdo na Web tem se tornado mais rico e multimídia. Desta forma, os anúncios de marketing de busca deve integrar texto e imagem, guiados por conceitos de Behavioral Targeting. O Yahoo! já se movimentou neste sentido ao comprar a Blue Lithium, empresa especializada nesta tecnologia.

O mercado de buscas deve ver o surgimento de buscadores de nicho competindo com os gigantes, todos focados em oferecer a melhor experiência para o usuário. Este deve se tornar mais exigente quanto às ferramentas de buscas, seguindo o lema do "quero o que quero, na hora que quero", o que cria oportunidades e desafios para os profissionais de Marketing de Buscas. Entretanto, o aumento da importância dos buscadores para a navegação on-line deve influenciar resultados no mundo off-line, sendo assim, mesmo empresas sem atuação na Internet, devem atentar para o que ocorre junto aos buscadores.

Pesquisa recente realizada pela American Advertising federation mostra que 71% dos anunciantes americanos acham o anúncio em buscas uma forma muito eficiente de publicidade. Isto explica, em parte, o forte crescimento que o Marketing de Buscas tem apresentado no mercado americano, movimentando cerca de US$ 10 bilhões. O Marketing de Buscas deve se tornar ainda mais efetivo a medida que os usuários passem a usar mais a busca personalizada e a busca social, tornando possível o anúncio cada vez mais segmentado. Entretanto, esta melhora de foco do Marketing de Buscas deve ser acompanhada pelo aumento dos seus custos.

O comportamento do Usuário nas Redes Sociais ainda não foi devidamente incorporado ao Marketing de Buscas. Isto deve abrir espaço para a Otimização para Mídias Sociais, de modo a oferecer possibilidade para os internautas aprofundarem as suas navegações e trocarem informações entre si. Os mecanismos de buscas devem ter papel relevante junto às redes sociais, sendo importante para econtrar para o usuário o conteúdo, associação ou pessoa que deseje encontrar. Criando novos momento de interação entre uma marca e um internauta.

Estas tendências foram apontadas em relatório da Media Contacts.

Definição e Usos da Social Media Optimization (SMO), otimização para redes sociais

O WebPaulo, do MarketingdeBusca.com.br, comentou aqui no DosLucas sobre o Social Media Marketing. Resolvi dar uma pesquisada sobre o tema e encontrei bastante coisa sobre a Social Media Optimization, aqui segue o resultado da pesquisa.

O crescimento das mídias sociais criaram uma nova fonte de tráfego e um novo espaço para a otimização de sites para mecanismos de buscas. Desta forma, no processo de otimização de sites, as mídias sociais ganharam destaque e as peculiaridades da otimização de sites para e nestas mídias acabaram por criar uma nova área no Marketing de Buscas, a Social Media Optimization ou Otimização para redes sociais, termo criado por Rohit Bhargava.

Social Media Optimization (SMO) é um conjunto de métodos para se conseguir publicização ou compartilhamento de informação de um site através das mídias sociais. Esta tática consiste em inserir MashUps nas páginas de um site de modo a facilitar o compartilhamento de uma página nas redes sociais; estar presente nas comunidades e fóruns virtuais relevantes; ter ações sólidas nas redes de compartilhamento (como um canal no YouTube, uma conta no Flickr ou um perfil na Last.fm); e encorajar os usuário a fazerem bookmarking das páginas de um site. Segundo Rohit, o criador do termo, o conceito por trás da Social Media Optimization é implementar mudanças para otimizar um site de modo a torná-lo mais fácil de ser linkado, mais visível em buscadores das mídias sociais ou nos buscadores customizados (como o Google BlogSearch, technorati, Dihitt, Digg ou Blogblogs), e mais frequentemente incluído em posts relevantes em blogs, podcasts, vídeologs e fotologs.

Estas ações, além de melhorarem a indexação e o posicionamento de um site nos mecanismos de buscas, criam uma nova e importante fonte de tráfego de visitantes, mas, principalmente, cria novos espaços de relacionamento de uma Marca, produto, serviço ou campanha com os internautas. Seguindo os princípios de Social Media Optimization, cria-se um novo canal para oferecer informações ou explicações, divulgar novidades e receber feedbacks dos internautas. Tudo isso a um baixo custo, já que o acesso às mídias sociais e a suas ferramentas é gratuito e aberto a qualquer usuário de Internet.

O Impacto dos acontecimentos off-line na Internet

A relação entre os acontecimentos no mundo on-line e no mundo off-line vão além de uma união para gerar compras, como mostrou um estudo da Advertiser Perception. Campanhas ou fatos acontecidos fora da Internet têm grande impactos no fluxo de visitantes on-line. Exemplo disso é o aumento de 22% na busca pelo termo "nike" na época do escândalo do jogador Ronaldo com travestis, no final de abril de 2008. Outro exemplo é a queda de 10% na busca pelo termo "Fiat" logo após o término do BBB8, programa em que a empresa foi o pricipal patrocinador. Além deste caso, a conquita da copa do Brasil pelo Sport aumentou em 50% a busca pelo termo "Recife" no Google.

O caso mais emblemático do impacto do mundo off-line no universo on-line é o de julho de 2007, quando aconteceu o acidente com o avião da TAM, em São Paulo. A busca pelo termo "tam" aumentou em 750% na época do acidente, pelo termo "acidente aéreo", 1070%, oferecendo assim uma grande oportunidade para a empresa oferecer informações, esclarecimentos e realizar defesas em primeira mão e a um baixo custo, através dos mecanismos de buscas. A pesquisa pelo nome da principal concorrente da TAM, a Gol, também aumentou cerca de 60% no dia deste acidente. Todos esses dados são oferecidos pelo Google Trends.

Isso significa que mesmo que não haja uma preocupação com a repercussão de uma campanha ou fato na Internet, este impacto se dá, oferecendo riscos ou criando oportunidades, ou seja, não se escolhe mais se irá ou não monitorar a reação dos internautas a algo feito fora da Internet. É obrigação de uma empresa fazer este monitoramento de modo a preservar a sua imagem, ou aproveitar uma janela de possibilidades.

Relatório mostra proporção de cliques falsos na publicidade on-line

Relatório de cliques falsos por países
A Click Forensics, empresa americana de administração de tráfego em Websites, divulgou ontem pesquisa sobre a quantidade de cliques falsos em anúncios na Internet. Segundo a empresa, 16,2% de todos os cliques em publicidade on-line no segundo trimestre de 2008 foram fraudulentos. O Número é menor que os 16,6% do último trimestre de 2007, mas é maior que a taxa de cliques fraudulentos de 15,8% do mesmo período do ano passado.

Na rede de afiliados a taxa de cliques falsos é de 27,6%. Entretanto, esses números não levam em consideração o descarte de cliques fraudulentos que os mecanismos de buscas realizam. Segundo o Google, com sua tecnologia de proteção a cliques falsos, a taxa cai para 0,02%.

Os Espanhós, arábes e irlandeses estão entre os líderes em gerar cliques não-naturais, os brasileiros também estão entre os que mais falsificam cliques. É curioso notar que a taxa de cliques falsos é menor onde a publicidade na Internet é mais desenvolvida. Nos EUA e na Inglaterra, onde, respectivamente, os anúncios on-line movimentam cerca de US$ 30 bilhões e US$ 6 bilhões, a taxa é muito menor que em outro países.

Boa parte dos cliques falsos são gerados pelos botnets, softwares desenvolvidos especificamente para clicar em publicidades expostas pela Web. Estes são responsáveis por 25% dos cliques fraudulentos, e são os mais difíceis de evitar. 58% das empresas grandes julgam os cliques falsos um problema para a publicidade on-line, e a própria Click Forensics está envolvida em trabalho coom o Yahoo! para desenvolver tecnologias de combate a esta prática.

Faturamento do Yahoo cresce 6% no segundo trimestre de 2008

O faturamento do Yahoo! no segundo trimestre de 2008 apresentou um leve crescimento de 6% frente ao faturado no mesmo período de 2007. A empresa apresentou receitas de US$1,798 bilhões entre abril e junho 2008, contra US$1,698 bilhões de 2007. Apesar do crescimento do faturamento bruto, as receitas liquidas do Yahoo! caíram 18% no mesmo período, com 88% das receitas da empresa sendo oriundas de publicidade e 73,5% dos EUA. Seu principal concorrente no mercado de buscas, o Google, obtem 97% de suas receitas da publicidade e apenas 51% dos EUA.

Entretanto, os analistas do setor de tecnologia esperavam um desempenho pior da empresa neste período, devido à proposta de compra da Microsoft e da posterior briga dos acionsitas, que tiraram o foco da empresa de seu negócio principal. Por causa disso, as ações do Yahoo! subiram 2% após a divulgação dos resultados trimestrais, ao contrário do que aconteceu com o Google, que anunciou faturamento recorde em 2008 e crescimento de 40% no lucro liquido, mas, mesmo assim, viu suas ações caírem 8%.

Preços de produtos vendidos pela Internet brasileira registram deflação em julho

Lucas Reis

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O preço médio dos produtos vendidos pela internet caiu 1,99% em julho. Este dado é divulgado pela Provar – Programa de Administração do Varejo, da FIA – Fundação Instituto de Administração, em parceria com a Felisoni & Associados, e objetiva medir a inflação mensal dos produtos vendidos pela Internet.

Julho foi o quarto mês consecutivo de deflação, com 70% dos produtos caindo de preço. Os líderes em deflação no período foram: linha branca (geladeira, freezer etc) com queda de 3,86%; “Eletroeletrônicos”, 2,88% e “Telefonia e Celulares”, 0,16%.

Por outro lado, entre os produtos que sofreram alta de preços no período temos: “CDs e DVDs”, 3,41%; “Livros”, 1,78%; e “Perfumes e Cosméticos”, 1,69%..

Este é um importante índice para embasar as estratégias das empresas que prestam serviços à lojas de e-commerce no Brasil, setor que dobra de tamanho a cada dois anos.

A Busca Social e o Marketing de Buscas

Os mecanismos de buscas podem usar, como forma de melhorar os seus resultados e resolver ambiguidades, o que se chama de "a sabedoria da multidão", que consiste na idéia de que um grande grupo de pessoas é mais sábio que uma elite de especialistas.

Esse tipo de informação gerada pela multidão de usuários de Internet cria a chamada Social Search ou Busca Social. Pesquisa da Media Contacts mostra que os internautas julgam a informação achada através desta busca, por ter sido criada despropositadamente por um outro usuário, mais confiável. 21% dos usuários confiam mais em relatos de terceiros, número maior que os 15% confiam em informações oferecidas por corporações.

A Busca Social por informações deve crescer com o crescimento das mídias sociais em geral. Este cenário cria novos desafios para os profissionais de Marketing de Buscas, que têm de saber gerenciar e utilizar a "savedoria coletiva" de modo a melhorar a eficiência do Marketing de Buscas.

Com informações do "The Evolving Landscape of Search Engine Marketing", da Media Contacts.

Downloads de música por dispositivos móveis devem crescer nos próximos 5 anos

Segundo relatório do e-marketer a venda de músicas pelo celular deve se consolidar como um alternativa de receitas às vendas de CD, pois em 2012 a venda de músicas através de dispositivos móveis deve atingir US$ 13,5 bilhões, um crescimento médio anual de da ordem de 35% em relação aos US$ 2,4 bilhões movimentados em 2007.

Entretanto, o maior crescimento deve se dar na categoria de música patrocinada para celulares. Este é uma ferramenta já usada pelos profissionais de marketing para atingir públicos de maneira segmentada, e que deve apresentar um boom nos próximos anos. Em cinco anos, projeções do e-marketer apontam um crescimento de extraordinários 3.471% nesta modalidade de publicidade, saindo, assim, dos US$ 42 milhões investidos em 2007, para US$ 1,5 bilhão em 2012.

Receita na Publicidade on-line americana no primeiro trimestre de

Lucas Reis

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Gráfico dos investimentos publicitários na internet americana

As receitas com publicidade na Internet americana cresceram 18,2% no primeiro trimestre de 2008 em relação ao mesmo período de 2007, segundo dados do IAB (Internet Advertising Bureau). Ao todo, foram US$ 5,8 bilhões de investimento publicitário on-line, o segundo melhor trimestre da série, que se iniciou em 1996. O faturamento do primeiro trimestre de 2008 só perde para o que foi investido em publicidade na Internet nos Estados Unidos no último trimestre de 2007, US$ 5,9 bilhões.

O aumento das receitas publicitárias na Internet se deram em um momento em que a economia americana está estagnada, o que mostra que a publicidade na Internet tem mesmo fôlego continuar seu crescimento a medida que as pessoas passem mais tempo on-line e que as ferramentas de anúncios se aperfeiçoem. Apesar disso, a internet ainda representa cerca de 7% de todo o bolo publicitário americano, de cerca de US$ 300 bilhões anuais.

A taxa é metade do crescimento da publicidade na Internet brasileira no primeiro trimestre de 2008, que foi de 36%. Entretanto, a base de crescimento brasileira ainda é muito pequena, cerca de R$ 500 milhões anuais, cerca de 1% da publicidade on-line americana.

Crescimento do E-Commerce no Brasil

Segundo pesquisa do E-bit divulgada no E-Marketer, o comércio eletrônico dobra de tamanho no Brasil a cada dois anos, e o faturamento do setor foi de aproximadamente R$ 4 bilhões em 2007, crescimento de 43% frente ao ano anterior, e uma cifra quatro vezes maior que o faturamento do e-commerce brasileiro em 2005.

Isso se dá devido ao crescimento no número de internautas que realizam compras pela Internet. Em 2007, 9,5 milhões de internautas compraram pela Internet, contra 7 milhões em 2006 e 1,1 milhão em 2001, ou seja, 79% do número média de usuários mensais de Internet em 2007. Esse número coloca o Brasil entre os países onde o e-commerce está mais avançado. No Japão, país onde a proporção de internautas compradores é a maior do mundo, 82% dos internautas fazem compras on-line. Nos Estados Unidos, por outro lado, apenas 63% dos internautas fazem compras pela internet. Entretanto, o faturamento do e-commerce americano ultrapassa os US$ 100 bilhões.

No Brasil, os produtos mais comprados pela Internet são os livros, revistas e jornais, com 17% do mercado. A forma mais popular de pagamento é o cartão de crédito. 49,47% dos internautas preferem usar o crédito para pagar as suas compras virtuais, contra 39,06% que preferem o pagamento via boleto bancário.

Uma importante forma de divulgação das lojas on-line são os links patrocinados, sejam em buscadores universais ou em buscadores verticais. Segundo dados do Ibope/NetRating, cerca de 30% das visitas às lojas virtuais vêm dos mecanismos de buscas.

Relatório aponta tendências da publicidade em revistas na era digital

A PriceWaterHouseCoupers apresentou na semana passada uma grande pesquisa sobre a mudança dos hábitos dos leitores de revistas ao redor do mundo. Este relatório percebeu uma forte migração, que tende a continuar, dos leitores do meio impresso para o digital. Apesar disso, os leitores ainda afirmam preferir ler as revistas impressas, mas 60% destes afirmaram que devem passar a ler menos a versão em papel e mais a versão on-line das revistas.

A Pesquisa mostrou que cerca de um terço dos leitores de revistas aceitam pagar para lê-las na Internet, entretanto, estão dispostos a pagar apenas metade do preço da edição impressa. Por isso, as grandes empresas de revistas impressas devem adaptar os seus modelos de negócios para o mundo Web, em que os ganhos com assinaturas perdem espaços, principalmente, para as receitas de publicidade on-line, que devem crescer nos próximos 5 anos 10 vezes mais rápido na Internet que na mídia tradicional. Entre os formatos publicitários mais aceitos pelos internautas estãos os anúncios contextuais, os banners e os e-mails marketings. Por outro lado, os Pop-Ups são vistos como intrusivos demais.

Este novo cenário faz as editoras de revistas já planejem obter 20% de suas receitas do universo on-line, e impele as grandes agências a comprar empresas menores que atuem na publicidade digital, de modo a criar equipes multi-funcionais que gerem soluções multimídia para as demandas dos anunciantes.

Leia o relatório completo.

Rede Relacionamento Virtual Habbo Hotel atinge 100 milhões de avatares

Lucas Reis

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A rede de relacionamentos virtuais Habbo Hotel comemorou na semana passada a criação do seu avatar de número 100 milhões. Assim, a rede fundada em 2000 pela empresa finlandesa Sulake segue caminho oposto à sua congeneri Second Life, que depois de um boom, perdeu força e hoje recebe 10 milhões de visitas mensais.

Ao contrário do Second life, o Habbo Hottel tem um público-alvo bem definido, são adolecentes entre 12 e 17 anos. Boa parte dos visitantes deste mundo virtual é de língua Inglesa, mas a rede tem boa popularidade no Brasil, o que motivou bandas como CPM 22, ForFun, Fresno, Hateen e Ludov a criarem seus avatares no Habbo Hotel.

Passada a marca dos 100 milhões, o Habbo Hotel almeja atingir 120 milhões de avatares até o final de 2008.

Como será a web 3.0?

O Internet Evolution é um site que tenta identificar o estado-da-arte da Internet. Há algumas análises sobre os acontecimentos da rede, mas eles são usados como base para um previsão de como a Internet deverá ser no Futuro. Num desses artigos mais recentes, Sandeep Amar, um Web Master dos EUA, tenta desenhar os traços, as principais características da Web 3.0.

A Começar, essa será a Web Semântica, em que as máquinas interpretarão os dados que trocam entre si, tornando as trocas de informações muito mais rápidas e a experiência Web ainda mais estimulante.

Além disso, Sandeep Amar afirma que haverá uma maior interoperabilidade entre os dispositivos para acesso à rede, como celulares, computadores e consoles. Isso deve tornar ainda mais fácil e dinâmico o acesso à Internet.

Os usuários deverão manter ainda grande poder de customização da forma como as informações são dispostas na Internet. Entretanto, estes deverão optar cada vez menos por conteúdo em textos, e cada vez mais por conteúdos em vídeos e em imagens. O que traz um grande desafio no que tange a correta indexação das figuras e filmes disponíveis na Web.

Os sites mais acessados da internet mundial (na era da Web 2.0) são os que oferecem serviços de email, busca, compartilhamento de vídeos, redes social, blogs, wiki, leilões, compartilhamento de arquivos, armazenagem de imagens, pornografia, classificados, notícias, e hosting de arquivos. Na era da Web 3.0, o conteúdo proprietário, ou seja, aquele com copyright, deve voltar a ganhar importância, pois os grandes impérios de mídia já se movimentam com ações judiciais contra as grandes redes de compartilhamento. Na próxima etapa da Internet, as redes de mídia (Como ABC e CNBC)devem se responsabilizar por distribuir gratuitamente os seus conteúdos.

Para tornar essa Internet possível, o autor acha que apenas com a força dos grandes da Web 2.0, como o Google, com suas equipes, dinheiro e tecnologia (como a computação nas nuvens), será possível tornar essa nova Web possível. É esperar e trabalhar para tornar essa nova Web possível e cada vez mais útil.

Inglaterra discute criação de base de dados com informações sobre o comportamento do internauta

Lucas Reis

Uma grande discussão está ocorrendo na Inglaterra sobre os dados trocados pelos cidadãos nos novos dispositivos de comunicação. Existe uma proposta governamental para a criação de um mega banco de dados, chamado Data Bill, em que estariam armazenadas todas as informações sobre ligações realizadas, sites visitados e e-mails trocados pelos ingleses ao longo de sua vida.

A proposta deverá passar por um intenso debate entre os ingleses. Alguns acham que isso é ir longe demais. Seria acabar com a privacidade das pessoas e abrir brechas para interpretações tendenciosas por parte das autoridades em algumas investigações. Afinal, todos os órgãos do governo teriam acesso a uma base de dados completa dos hábitos de um cidadão na internet ou ao telefone celular.

Por outro lado, há que argumente que as empresas on-line já fazem isso, instalando programas nas máquinas dos internautas para monitorar o seu comportamento e, assim, oferecer serviços e produtos mais adequados a cada usuários. Criar uma base de dados sob a gestão Estatal seria mais seguro que ser monitorado por uma infinidade de empresas privadas.

O debate deve se estender bastante até que se chegue a um consenso, mas a questão da privacidade na rede é algo que procupa os internautas. Pela forma técnica que a Internet e a World Wide Web foram concebidas e executadas todos os dados são rastreáveis. Mas, quando o uso da rede se torna cada vez mais central nas vidas das pessoas, a rastreabilidade dos dados se torna uma procupação e tanto.

Participação das Empresas no total de buscas do mercado americano

Gráfico com a participação dos mecanismos de buscas pela web no mercado de buscas americano
A ComScore divulgou na semana passada uma pesquisa sobre a participação dos principais buscadores e a quantidade de buscas realizadas neles no último mês de Junho. A Pesquisa mostra o forte domínio do Google, que realizou mais de 7 bilhões de buscas para os internautas americanos, conquistando 61,5% do mercado de buscas. Este número é um pouco menor que os 61,8% do mês de maio, e a primeira queda do ano, mas não parece que o Google esteja diminuindo. Pelo contrário, se comparado com a participação de 55% em Junho de 2007, a análise mostra que o Google continua avançando em sua liderança de mercado.

Por outro lado, os principais concorrentes no mercado americano de buscas pela Internet comemoraram crescimento em suas participações de mercado. o assediado Yahoo! 20,9% do mercado, segundo mês seguido de crescimento na participação de mercado da empresa, que era de 20,4% em abril. Ao todo, foram realizadas 2,4 bilhões de Buscas através do buscador do Yahoo!. O outro grande Player entre os Mecanismos de Buscas, a Microsoft com o seu MSN Live Search, também ganhou mercado em junho, realizando 1,1 bilhão de buscas pela Web, ou 9,2% do total.

Essas empresas controlam o importantíssimo serviço de buscas na Web no gigantesco mercado americano, que possui mais de 220 milhões de internauta, movimenta cerca de US$ 26 bilhões em publicidade, sendo cerca de US$ 10 bilhões destinados aos links patrocinados dos resultadps de buscas.

A Blogosfera e sua importância pro WebMarketing

Lucas Reis

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A Blogosfera e sua importância no WebMarketingO Site Search Engine Land, geralmente, oferece informação atualizada, boas análises e uma quantidade considerável de dados. Algo fundamental para alguem que estuda o Marketing de Buscas, como eu. Por isso, acho que é uma leitura indispensável para quem está nesta área e lê bem em inglês. Mas o artigo "3 Types Of Blogs That Totally Suck", publicado em 17 de julho e escrito por Jill Whalen, foge a este padrão.

Primeiro, o título me fez pensar que se trataria de um artigo sobre os erros que diminuem a eficiência dos blogs numa estratégia de Marketing na Internet. Mas, ao começar a ler, pensei que o texto falaria sobre a subvalorização dada pelos profissionais de Marketing de Buscas aos blogs no processo de otimização de um site. Mas, enfim, o texto não diz nada, não passa de um comentário inócuo sobre a qualidade dos blogs ou sobre a forma como eles se monetizam. Então, resolvi escrever sobre o pouco que sei do assunto, e o que pensei que leria no artigo do Jill.

A Revista MeioDigital deste mês traz uma grande reportagem sobre o uso dos blogs corporativos. Estes estão sendo cada vez mais usados pelas empresas para estabelecer diálogos com seus públicos, trocando idéias, estabelecendo um relacionamento mais próximo e captando feedbacks e sugestões. Mas o grande desafio aqui é tornar o Blog atrativo para os usuários/clientes e não um panfleto virtual pró-organização. As empresas que conseguiram encontrar o ponto certo comemoram os resultados, e empresas em dificuldades mercadológicas resolveram adotar os Blogs em sua estratégia de reestruturação(p.ex. Starbucks).

continuação

Continuação: A Blogosfera e sua importância pro WebMarketing

Lucas Reis

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Mas não só o Blog da própria empresa é importante. A blogosfera tem ganhado credibilidade e simpatia dos internautas, que aceitam expor suas idéias nos blogs (seja em posts ou em comentários) e confiam no que é dito pelos outros. Por tanto, além de criar um Blog bonito, descolado e útil, faz parte da estratégia de gestão de marca na Internet, estar atento ao que é dito em outros Blogs, inclusive (quiçá, principalmente) os de cunho pessoal, em que o internauta expõe a sua vida e opiniões aos seus amigos e parentes.

No processo contínuo que é a otimização para mecanismos de buscas de um site, criar um Blog serve para fazer Link Building, ou seja, criar links com alta relevância para as páginas de um site. Geralmente, esses links tem boa qualidade devido ao texto âncora e ao contexto em que ele é gerado. Como geralmente se linka para uma página de um sites através de um post de assunto sobre assunto correlato, os mecanismos de buscas julgam o link originado daí como um voto de que o site de destino aprofunda ou atesta o assunto tratado.

A Blogosfera é algo bastante importante e que deve ser olhado com muita atenção pelos profisisonais de Marketing na Web. Com a sua audiência e credibilidade crescendo (7 milhões de pessoas leêm os blogs do Blogspot e 82% dos jornalistas confessam basear suas reportagens em Blogs), os blogs deverão ser usados mais e melhor no WebMarketing.

Google lidera mercado de links patrocinados nos EUA, com 77,4% do mercado

77,4% das empresas americanas que anunciaram em mecanismos de buscas exolheram o Google para anunciar. Estes dados foram divulgados pelo IDC e corroboram com o faturamento recorde do Google no segundo trimestre de 2008. Além disso, os custos por clique dos anúncios exibidos pelo Google subiram 13,9%, mesmo numa época de crise ecônomica. O segundo colocado, o Yahoo!, deteve 17,8% do mercado de links patrocinados, mas viu o preço de seus anúncios cair 7% no período. Por sua vez, a sempre combatente Microsoft viu o valor de seus anúncios subirem 5,6% e foi procurada por 4,8% dos anunciantes em busca.

Fica clara a dominação do Google no mercado de buscas americano, detendo 72% das buscas realizadas por usuários e 77% do anunciantes de links patrocinados. A estratégia da Microsoft de se unir ao Yahoo! para fazer frente a esse gigante não deu certo e desviou o foco das duas empresas para fora do que interessa: melhorar os resultados de buscas para atrair mais usuários e, conseuqente mente aumentar o faturamento com publicidade.
Steve Ballmer, Presidente-Executivo da Microsoft, afirmou recentemente que a compra do Yahoo! não era fundamental para a estratégia da Microsoft no mercado de buscas, e que a empresa tinha equipe e talento para crescer sozinha. Entretanto, vendo a disparidade da participação de cada empresa neste setor, fica cada vez mais difícil para os concorrentes enfrentarem em pé de igualdade o líder Google, que lança a cada dia novos produtos e serviços, e aprimora os antigos oferecendo a melhor experiência aos usuários e o melhor retorno sobre investimento aos anunciantes. Mas a Microsoft parece estar fazendo o seu máximo para se manter relevante no mercado de anúncios em buscas ,que deverá movimentar US$ 45 bilhões em 2012.