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Intel prevê 1,2 bilhões de dispositivos para a internet móvel em 2012

Lucas Reis

A Intel divulgou uma previsão de que o número de dispositivos móveis (celulares, inclusive) com acesso a Internet deve ser de 1.2 bilhões em 2012. Este boom deve acontecer por causa do aumento da importância de estar conectado à internet para os usuários.

A Intel lançou estes dados no mesmo dia em que lançou oito pacotes de chips para dispositivos móveis. Estes chips prometem diminuir em até 45% o tamanho dos dispositivos móveis e em 34% o consumo de energia destes aparelhos. Além disso, aIntel afirma que os usuários de dispositivos móveis devem exigir o mesmo desempenho que obtêm em seus desktops e laptops, o que cria um novo e grande mercado para os processadores de alto desempenho.

A Intel tem recebido pressão do mercado para tornar mais ágil o seu crescimento no setor móvel, área em que a líder é a AMD.

Downloads de música por dispositivos móveis devem crescer nos próximos 5 anos

Segundo relatório do e-marketer a venda de músicas pelo celular deve se consolidar como um alternativa de receitas às vendas de CD, pois em 2012 a venda de músicas através de dispositivos móveis deve atingir US$ 13,5 bilhões, um crescimento médio anual de da ordem de 35% em relação aos US$ 2,4 bilhões movimentados em 2007.

Entretanto, o maior crescimento deve se dar na categoria de música patrocinada para celulares. Este é uma ferramenta já usada pelos profissionais de marketing para atingir públicos de maneira segmentada, e que deve apresentar um boom nos próximos anos. Em cinco anos, projeções do e-marketer apontam um crescimento de extraordinários 3.471% nesta modalidade de publicidade, saindo, assim, dos US$ 42 milhões investidos em 2007, para US$ 1,5 bilhão em 2012.

O Supermercado do Futuro - Supermercado alemão usa a tecnologia móvel para criar uma nova experiência de compras









Achei este vídeo no BBC. Trata de um supermercado alemão que utiliza várias elementos da tecnologia móvel para agilizar o processo de compra por parte dos clientes e tornar mais simples a administração dos estoques por parte da administração do supermercado.

O vídeo está em inglês, mas basicamente, mostra que um pessoas que está fazendo compras pode tirar fotos dos códigos de barras dos produtos que deseja levar, antes de colocá-los no carrinho. Depois das compras feitas, o cliente não precisa pegar fila para pagar. Basta apertar um botão indicando que as compras acabaram. Será gerada na tela do celular do cliente a imagem de um código de barras que será lido por uma máquina desenvolvida especialmente para isso. Aí, o cliente escolhe se pagará à vista ou no cartão de crédito. Em breve, também estará disponível a possibilidade de pagar através das ondas do celular.

Além disso, alguns dos produtos do mercado possuem chips que informam à administração central quantas unidades foram vendidas e quantas ainda estão à disposição dos consumidores. Para distrair os consumidores, há um jogo interativo no chão do supermercado, em que os clientes (ou seus filhos) podem brincar de correr atrás dos peixinhos. Muito legal! Para auxiliar os clientes a usarem todos os recursos high tech, há um robô tirando as dúvidas e dando dicas para os menos familiarizados com a tecnologia.

Os alemães chamam isso de "O supermercado do Futuro", por usar diversas tecnologias para facilitar a ida ao supermercado. Vamos ver se este modelo de Sepermercado se tornará popular ao redor do mundo e se chegará às gôndolas soteropolitanas.

Apple permite que AOL ofereça serviço de rádio para o IPHONE

Lucas Reis

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Iphone terá AOL Radio
A AOL lançou nos EUA o aplicativo AOL Radio, que pode ser baixado na internet, e permite ouvir rádio no IPHONE. Quase um ano após o lanlamento do seu smartphone, a Apple começou a abrir o seu leque de parceiros para oferecimento de serviços ligados ao IPHONE. A tecnologia usada pela AOL para viabilizar o seu serviço de rádio para smartphones é bastante complexa. Envolve o uso de GPS para localizar o usuário e sintonizar nas rádios da região. Apesar de toda esta tecnologia, o serviço é gratuito para os usuários. A AOL pretende conseguir receitas vendendo spots de publicidade durante as programações das rádios e, futuramente, exibindo anúncios gráficos na tela do IPHONE.

Após o frenesi do lançamento do IPHONE, a Apple se esforça para manter o aparelho entre os itens de desejo dos consumidores. Uma das estratégias para conseguir isso é agregar o máximo de funcionalidade possível ao seu smartphone, por isso, aos poucos, a empresa de Steve Jobs vai abrindo espaços para que outras empresas ofereçam serviços para o seu IPHONE.

Empresas de Tele brasileiras fazem investimentos em 3G para acompanhar a demanda

Lucas Reis

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Celulares 3G acessam a Internet e podem sobrecarregar a rede
Os principais executivos das Empresas de telecomunicações brasileiras demonstram preocupação com a possibilidade de a rede de celulares não suportarem o tráfego de dados que deve aumentar com a popularização do acesso móvel à internet. Recentemente, essas operadoras adquiriram licenças para operar redes com a tecnologia 3G e lançaram alguns produtos baseados nesta tecnologia. Mas, a demanda foi muito maior que o esperado e o serviço de Internet via celulares tem sofrido com instabilidade e lentidão.

O presidente da Vivo, Roberto Lima, afirmou que sua empresa atrasou os lançamentos de serviços 3G para poder investir na qualidade dos serviços. Já João Cox, Preidente da Claro, anunciou que a Empresa deverá investir mais que os R$ 2 bilhões que planejou em abril. A Claro foi a pioneira em lançar serviços 3G no Brasil e deverá ser a primeira a operar o Iphone no país, o número de pessoas que se interessaram pelos serviços da empresa superou as expectativas. Segundo ambos executivos, o marco regulatório para o uso da tecnologia 3G é bom, o único problema é conseguir fazer os investimentos acompanharem o estouro das ofertas.

FON lança um novo tipo de conexão móvel: a conexão compartilhada

Lucas Reis

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É inegável que boa parte das coisas que temos para resolver hoje em dia são resolvidas pela Internet. Desta forma, para aumentar a produtividade nada mais necessário do que um bom laptop e uma conexão constante à rede. O primeiro requisito vem sendo atendido, os computadores portáteis estão ficando cada vez melhores e mais baratos. Já é possível encontrar bons computadores por R$ 2.000,00.

O problema tem sido a conexão ubíqua, ou seja, conseguir se conectar em qualquer lugar. Hoje, existe uma miríade de tipos de conexões móveis, como Wi-max, Wi-Fi e 3G. Mas nenhuma é predominante. A Wi-Fi geralmente é oferecida por um hotspot privado, que controla o acesso à rede através de senhas; a Wi-Max é uma estrutura caríssima que ainda não se implantou efetivamente no Brasil; e a 3G é uma tecnologia recente em terras brasileiras, ainda passando por reparos e testes, mas também muito dispendiosa, pois demanda pesados investimento em novas redes de celulares.

Martin Varsavsky, um argentino fundador de uma empresa chamada FON, tem uma solução. A sua empresa criou um software que permite às pessoas compartilharem sua conexão com outras, para que outras possam compartilhar a conexão com elas. Desta forma, haveria conexão ubíqua, pois em todos os lugares haveria um "Fonero" (usuário do software da FON) compartilhando a sua conexão. Um dos grandes problemas para esta tecnologia se implantar é a falta de escala. Fica claro pelo plano de ação do software que ele só faz sentido se muitas pessoas e em muitos lugares usarem a FON e, assim compartilharem a sua conexão. Segundo Varsavsky, há 830 mil usuários de seu software os EUA, o que ainda não é suficiente.

A FON afirma que não quer concorrer com as grandes tecnologias de conexão móvel, mas quer criar uma alternativa mais simples e barata, já que para se concretizar, a idéia da FON não precisa de vultuosos investimentos em redes, mas de numerosos usuários.

Os celulares e o acesso a rede: o mundo está em suas mão.

Lucas Reis

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Espera-se que o número de celulares vendidos ao redor do mundo supere já no próximo ano o número de notebooks. Estamos falando de um mercado gigantesco. Apenas a Nokia, líder mundial do setor, vendeu 200 milhões de unidades em 2007. Esse número de venda tão alto de aparelhos móveis se deve a uma palavra em especial: convergência. Há muito o celular deixou de ser um telefone móvel para integrar as funcionalidades de outros aparelhos como câmeras fotográficas, filmadoras, mp3 players etc. Para acompanhar este ritmo de integração entre funcionalidades, a tecnologia que rege os aparelhos móveis teve de evoluir num ritmo intenso nos últimos anos.

Em uma entrevista dada ano passado, Steve jobs foi enfático ao afirmar que o sucesso do IPhone não se deve apenas ao hadware do produto, mas também ao seu software. É exatamente esta integração entre hadware e software que tem permitido essa evolução dos celulares. ANo que vem deve ser lançado o primeiro celular com processador de 1Ghz, mas a velocidade de processamento não é o único foco da evolução dos celulares. Os aparelhos devem ter autonomia de energia longa, pesa adequado, tamanho ideal (deve caber no bolso) e tudo isso integrando vários aprelhos num só. Além disso, os celulares lançados nos próximos anos devem ser capazes de funcionar perfeitamente em várias redes de ondas: 3G, 4G e Wi-Fi.

Segundo os especialistas da área, o desenvolvimento das tecnologias móveis deve continuar intenso e o futuro da tecnologia social deve se dar nestes dispositivos.

Spams devem chegar aos celulares

Lucas Reis

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Se uma das coisas mais chatas da Internet é as mensagens Spam que invadem as caixas de e-mails todos os dias, ainda mais inconveniente e invasivo é o Spam nos celulares. A massificação do uso de aparelhos de celulares mundo a fora (estima-se que o número de celulares em funcionamento no planeta esteja entre 1,5 bilhão e 2 bilhões de aparelhos. No Brasil são cerca de 125 milhões) criou um potencial mercado de receptores de mensagens publicitárias. Este fato aliado à fragilidade (ou inexistência) dos sistemas anti-spams nos celulares, tem tornado comum em alguns países o envio de mensagens não-solicitadas para os proprietários de aparelhos celulares.

Recentemente na China, um grupo de 7 empresas conseguiu fazer o envio em massa de mensagens de texto publicitárias. Estima-se que mais de 200 milhões de celulares tenham recebido estas mensagens. O Conselho de Estado Chinês iniciou uma investigação que visa identificar todos os envolvidos neste caso e puni-los.

Também nos EUA o Spam nos Celulares tem acontecido de maneira corriqueira. Mesmo representando menos de 0,5% das mais de 48 bilhões de mensagens enviadas via celular mensalmente nos EUA, a prática do envio não autorizado de mensagens causa sérios transtornos aos donos dos celulares. Principalmente porque nos EUA os proprietários pagam para receber as mensagens, ou seja, o dono do celular é incomodado por receber uma comunicação que não lhe é interessante, que ele não solicitou, mas tem de pagar por recebê-la.

Boa parte dessas mensagens divulgam sites pornográficos ou sites de busca de parceiros afetivos. Geralmente essas mensagens seguem o padrão simples do SMS (Short Message Service).

No Brasil, a prática do Mobile-Spam ainda não atingiu os níveis indesejáveis de outros países. Mas aqui, um fator preocupante é que as próprias operadores de celulares são as que mais usam as mensagens de textos para comunicar, sem solicitar, seus serviços e novidades aos seus clientes. Esse fato cria um impasse moral: se as operadoras fazem Spam de seus produtos e serviços, como vão impedir que outros o façam?

Entretanto segundo a AT&T, não é interessante às operadoras permitirem o envio massivo e indiscriminado de mensagens de textos para os celulares, pois esta forma de comunicação via celular pode ser muito bem explorada no futuro, gerando receitas às operadoras e criando mais um meio de divulgação aos anunciantes. Então, traumatizar os usuários de celulares desde já com mensagens inconvenientes pode provocar no futuro uma repulsa a qualquer tipo de mensagem.

Só espero que os mecanismos anti-spam criados para o mundo móvel não repita aquele erro chato das caixas de e-mail web, em que mensagens importantes são classificadas como spam. Já imaginou aquela confirmação ou cancelamento de um encontro ou reunião não chegar à sua caixa porque foi classificada como spam?