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Microsoft lança promoção para aumentar o uso de seu buscador

Na tentativa de aumentar o uso do seu buscador, a Microsoft lançou no Canadá o BigTicketSearch. Essa promoção oferece prêmios para quem usar o buscador Live Search da Microsoft.

Por enquanto, a promoção é valida apenas para residentes no Canadá. Ela funciona da seguinte forma: o usuário faz uma busca e se essa busca casar com uma das buscas premiadas o internauta ganha prêmios, que vão desde um cartão-presente no valor US$ 50,00 a um Mitsubishi Lancer SE.

Essa promoção integra os esforços da Microsoft em ganhar espaço no mercado mundial de buscas, que deve movimentar mundialmente cerca de US$ 40 bilhões até 2012. A empresa pode acelerar esse processo de realmente comprar o Yahoo!. No início do ano, a companhia chegou a oferecer US$ 47,5 bilhões pelo Yahoo!, mas a proposta foi erjeitada pela diretoria da empresa. Hoje, o Yahoo! enfrenta diversas dificuldades para se manter como um player grande e independente no mercado da internet, e seu valor de mercado não passa dos US$ 15 bilhões

Os bastidores da Guerra dos Navegadores de Internet

Lucas Reis

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O lançamento do Google Chrome colocou luz numa área da internet que nos últimos anos era vista como coadjuvante. O novo navegador da maior empresa de internet mundial promete colocar fogo no mercado de browsers, hoje amplamente dominado pela Internet Explorer da Microsoft e, de uma maneira bem mais tímida, pelo Firefox da Fundação Mozilla. Com este assunto de volta às manchetes, o Blog de Tecnologia do Portal Exame disponibilizou um documentário sobre a história dos browser de Internet.

Ao ler um pouco sobre navegadores, duas perguntas devem vir à cabeça do leitor: a 1ª - o que diferencia um navegador do outro, eles não fazem a mesma coisa, ou seja, mostrar os conteúdos das páginas da web?; e a 2ª - Por que uma empresa colocaria tempo e dinheiro num software que todo mundo irá baixar de graça?

A resposta da 2ª pergunta deriva da primeira. O browser, ou navegador, é uma plataforma em cima da qual diversos produtos e serviços podem ser oferecidos pela Internet, da mesma maneira que o Windows, um sistema operacional, é a principal base para desenvolvimento de softwares para PCs. O papel do browser é, por um lado, permitir que os editores e webmasters ofereçam cada vez mais coisas através da Internet, e, por outro, tornar a web cada vez mais útil e simples para o usuário. Como o mercado de serviços e produtos pela Internet é multibilionário e tem excelentes perspectivas, fica claro porque uma empresa investe no desenvolvimento destes produtos.

O documentário abaixo mostra a guerra dos browser que foi travada no início da web, em meados dos anos 90, entre a Microsoft e a Netscape. Hoje, é fácil saber quem foi o vencedor da briga, mas o filme abaixo mostra através de quais métodos essa vitória se deu.

Agora, parece se iniciar uma nova guerra de navegadores de internet, com a Microsoft (IE8), o Google(Chrome), a Fundação Mozila(Firefox), a Opera e a Apple (Safari) brigando para cair nas graças do usuário. Vamos torcer para que o vencedor desta briga seja o internauta e a rede como um todo.

Busca é a segunda prática mais popular da internet dos EUA

Pesquisa divulgada pelo e-marketer mostra que usar buscadores de internet é a segunda prática mais popular da Internet americana. 49% dos internautas dos EUA usam os mecanismos de buscas diariamente. Esta prática só perde para o uso diário de e-mails, atividade realizada por 60% dos usuários da internet.

Essa enorme popularidade dos buscadores nos EUA fez com que o número de buscas realizadas em Junho fosse recorde naquele naquele país, com 11,4 bilhões de buscas realizadas. Isso tudo deve fazer o investimentos em publicidade em mecanismos de buscas atingir US$ 19 bilhões apenas nos EUA em 2012, um média de crescimento de 16% ao ano nos próximos 4 anos, muito acima dos cerca de 3,5% de crescimento anual da publicidade americana como um todo.

Mesmo a crise ecônomica americana deve favorecer o Marketing de Buscas, pelo seu baixo custo e fácil monitoramento de resultados, essa prática deverá ganhar força já que com os orçamentos de publicidade das empresas mais apertados, os gestores de Marketing deverão focar nas práticas que entreguem melhores resultados, em menos tempo e que sejam altamente flexíveis. Tudo que o Marketing de Buscas é.

Contratar ou terceirizar os profissionais de Marketing de Buscas?

Quando uma empresa decide investir em Marketing de Buscas, a primeira dúvida que deve surgir é: terceirizar ou contratar diretamente os profissionais de SEM? Esta é realmente uma questão difícil de se resolver. Contratar traz a vantagem de diminuir custos e manter o conhecimento de SEM dentro de casa. Terceirizar traz a vantagem de um trabalho especializado e totalmente comprometido com resultados. Nesta balança, o que é mais vantajoso?

No Brasil, há ainda um outro complicador: a falta de bons profissionais de SEM. Como o marketing de Buscas é uma área nova e que vem crescendo rapidamente, é difícil encontrar profissionais plenamente capacitados para atuar com as várisa facetas do SEM. O que torna um Search Engine Marketer um profissional caro. Nos EUA, por exemplo, o salário de um profissional de Otimização de Sites (SEO) é de US$ 50 mil ao ano. Então, é melhor arcar com esse custo ou torná-lo mais flexível com a terceirização do serviço?

Esta é uma decisão que depende de cada situação, orçamento, prazo, meta e empresa. Mas em geral, acredito que deve-se enxergar o Marketing de Buscas como parte integrante de toda uma estratégia de comunicação para a Internet (e fora dela). Se este serviço é feito por uma empresa externa, por que fazer o SEM internamente e tornar a interação deste com as campanhas on-line mais lentas e menos eficientes?

Uma grande site, com um bom orçamento para links patrocinados e preocupação com o posicionamento nos mecanismos de buscas e com o buzz nas mídias sociais pode empregar até 5 pessoas para executar todas as ações de SEM. Ou seja, um novo departamento. Vale à pena inchar o organograma de uma empresa para fazer o trabalho que não é o core business da companhia?

Por seu turno, as agências de comunicação para a Internet devem sempre ter em mente que têm de provar que, apesar de o SEM poder ser feito internamente, o trabalho especializado de uma agência agrega valor ao serviço, melhorando o ROI, enfim, devem mostrar que a agência vale mais do que custa.

Maneiras criativas de se fazer Link Building

Justilien Gaspard, um Consultor americano especializado em Link Building, critica em sua coluna no Search Engine Watch a forma padrão de se conseguir links na Internet. Segundo ele, a forma tradicional de se conseguir links através de spam comments (comentários excessivos em Blogs cujo único objetivo é gerar links para um site, e não contribuir para a discussão), spams em mídias sociais e compra de links acabam construindo um conjunto de links de baixa qualidade, e muitos destes links acabam sendo desconsiderados pelos buscadores na hora de classificar uma página. A grande oportunidade do link building seria incetivar os clientes a linkarem para o site de uma empresa.

Uma das principais características da Internet é o fato de que o usuário pode emitir as suas idéias dispendendo pouco tempo e dinheiro. E as opções não faltam: Blogs, Fóruns, Redes Sociais, Sites de Compartilhamento, Sites Pessoais, colunas em Sites colaborativos etc. Acontece, que este usuário com vez e voz também pode já ser um cliente, e por que não incentivá-lo a falar sobre a empresa da qual é consumidor?

Isto teria pelo menos duas conseqüencias positivas. Os textos feitos pelos usuários seriam ricos em palavras-chave e um link oriundo deles teria alto valor para os buscadores. Além disso, um tópico iniciado num Blog pode iniciar uma discussão sobre um produto ou empresa e "vazar" para outros Blogs e Fóruns, de onde podem surgir novos links de alta qualidade.

Uma outra conseqüencia positiva é que uma indicação despropositada de um blogueiro pode aumentar a credibilidade de uma Empresa, melhorando a sua imagem e solidificando a sua marca. Não se deve esquecer que a otimização de um site tem um imenso poder de construção e fortalecimento de marca.

Para incentivar os clientes a escreverem sobre uma empresa, pode-se, primeiro, identificar as páginas que já citaram a Comapanhia, mas não linkaram, para se entrar em contato com o editor da página e sugerir que crie este link. Uma outra forma é iniciar uma campanha de mail-marketing sugerindo que os clientes escrevam sobre a empresa. Em troca, pode se oferecer brindes ou qualquer outro tipo de compensação.

Assim, além de se avançar no processo de otimização das páginas de um site, se criam novas oportunidades de relacionamento, branding e vendas. Este é o bom Marketing de Buscas.

Agência Russa Begun, Comprada pelo Google, apresenta lucro recorde


A Begun, agência russa de publicidade contextual na Internet, apresentou hoje um balanço semestral extremamente positivo. Na primeira metade do ano de 2008, a agência russa já lucrou 25% a mais que em todo o ano passado. Este resultado se deu por uma conjunção de fatores. Primeiro, o mercado de publicidade contextual (links patrocinados, por exemplo) na Rússia movimentou US$ 200 milhões em 2007 e deve apresentar crescimento de 70% em 2008. Segundo, a base de anunciantes ativos da Begun já é igual ao pico do ano passado. São, ao todo, 1245 agências anunciantes. Boa parte delas têm sede fora da Rússia. Estes anunciantes aumentaram o seu gasto máximo em 9% e a rede de sites parceiros da Begun aumentou em 30 mil este ano, atingindo um total de 173 mil sites afiliados.

Mas por que essa agência russa virou notícia neste Blog? Primeiro, por atuar no setor de publicidade contextual, base fundamental do Marketing de Buscas. Além disso, atua num país emergente, onde a publicidade na Internet ainda é incipiente, como no Brasil. Mas, fundamentalmente, a Begun é notícia por ter sido comprada pelo Google mês passado por US$ 140 milhões. Isso, agora, parece ter sido um ótimo negócio para o Google, que comprou um empresa lucrativa, com alta escalabilidade e atuante num mercado grande e promissor. Comprando esta sólida empresa, o Google pode acrescentar know-how e tecnologia para melhorar ainda mais os resultados da empresa. O Gigante de Mountain View não da ponto sem nó. Fica a questão de como é que a Microsoft, com a carteira cheia de dinheiro para aquisições, deixou passar essa barbada??

Faturamento do Yahoo cresce 6% no segundo trimestre de 2008

O faturamento do Yahoo! no segundo trimestre de 2008 apresentou um leve crescimento de 6% frente ao faturado no mesmo período de 2007. A empresa apresentou receitas de US$1,798 bilhões entre abril e junho 2008, contra US$1,698 bilhões de 2007. Apesar do crescimento do faturamento bruto, as receitas liquidas do Yahoo! caíram 18% no mesmo período, com 88% das receitas da empresa sendo oriundas de publicidade e 73,5% dos EUA. Seu principal concorrente no mercado de buscas, o Google, obtem 97% de suas receitas da publicidade e apenas 51% dos EUA.

Entretanto, os analistas do setor de tecnologia esperavam um desempenho pior da empresa neste período, devido à proposta de compra da Microsoft e da posterior briga dos acionsitas, que tiraram o foco da empresa de seu negócio principal. Por causa disso, as ações do Yahoo! subiram 2% após a divulgação dos resultados trimestrais, ao contrário do que aconteceu com o Google, que anunciou faturamento recorde em 2008 e crescimento de 40% no lucro liquido, mas, mesmo assim, viu suas ações caírem 8%.

Preços de produtos vendidos pela Internet brasileira registram deflação em julho

Lucas Reis

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O preço médio dos produtos vendidos pela internet caiu 1,99% em julho. Este dado é divulgado pela Provar – Programa de Administração do Varejo, da FIA – Fundação Instituto de Administração, em parceria com a Felisoni & Associados, e objetiva medir a inflação mensal dos produtos vendidos pela Internet.

Julho foi o quarto mês consecutivo de deflação, com 70% dos produtos caindo de preço. Os líderes em deflação no período foram: linha branca (geladeira, freezer etc) com queda de 3,86%; “Eletroeletrônicos”, 2,88% e “Telefonia e Celulares”, 0,16%.

Por outro lado, entre os produtos que sofreram alta de preços no período temos: “CDs e DVDs”, 3,41%; “Livros”, 1,78%; e “Perfumes e Cosméticos”, 1,69%..

Este é um importante índice para embasar as estratégias das empresas que prestam serviços à lojas de e-commerce no Brasil, setor que dobra de tamanho a cada dois anos.

Crescimento do E-Commerce no Brasil

Segundo pesquisa do E-bit divulgada no E-Marketer, o comércio eletrônico dobra de tamanho no Brasil a cada dois anos, e o faturamento do setor foi de aproximadamente R$ 4 bilhões em 2007, crescimento de 43% frente ao ano anterior, e uma cifra quatro vezes maior que o faturamento do e-commerce brasileiro em 2005.

Isso se dá devido ao crescimento no número de internautas que realizam compras pela Internet. Em 2007, 9,5 milhões de internautas compraram pela Internet, contra 7 milhões em 2006 e 1,1 milhão em 2001, ou seja, 79% do número média de usuários mensais de Internet em 2007. Esse número coloca o Brasil entre os países onde o e-commerce está mais avançado. No Japão, país onde a proporção de internautas compradores é a maior do mundo, 82% dos internautas fazem compras on-line. Nos Estados Unidos, por outro lado, apenas 63% dos internautas fazem compras pela internet. Entretanto, o faturamento do e-commerce americano ultrapassa os US$ 100 bilhões.

No Brasil, os produtos mais comprados pela Internet são os livros, revistas e jornais, com 17% do mercado. A forma mais popular de pagamento é o cartão de crédito. 49,47% dos internautas preferem usar o crédito para pagar as suas compras virtuais, contra 39,06% que preferem o pagamento via boleto bancário.

Uma importante forma de divulgação das lojas on-line são os links patrocinados, sejam em buscadores universais ou em buscadores verticais. Segundo dados do Ibope/NetRating, cerca de 30% das visitas às lojas virtuais vêm dos mecanismos de buscas.

Participação das Empresas no total de buscas do mercado americano

Gráfico com a participação dos mecanismos de buscas pela web no mercado de buscas americano
A ComScore divulgou na semana passada uma pesquisa sobre a participação dos principais buscadores e a quantidade de buscas realizadas neles no último mês de Junho. A Pesquisa mostra o forte domínio do Google, que realizou mais de 7 bilhões de buscas para os internautas americanos, conquistando 61,5% do mercado de buscas. Este número é um pouco menor que os 61,8% do mês de maio, e a primeira queda do ano, mas não parece que o Google esteja diminuindo. Pelo contrário, se comparado com a participação de 55% em Junho de 2007, a análise mostra que o Google continua avançando em sua liderança de mercado.

Por outro lado, os principais concorrentes no mercado americano de buscas pela Internet comemoraram crescimento em suas participações de mercado. o assediado Yahoo! 20,9% do mercado, segundo mês seguido de crescimento na participação de mercado da empresa, que era de 20,4% em abril. Ao todo, foram realizadas 2,4 bilhões de Buscas através do buscador do Yahoo!. O outro grande Player entre os Mecanismos de Buscas, a Microsoft com o seu MSN Live Search, também ganhou mercado em junho, realizando 1,1 bilhão de buscas pela Web, ou 9,2% do total.

Essas empresas controlam o importantíssimo serviço de buscas na Web no gigantesco mercado americano, que possui mais de 220 milhões de internauta, movimenta cerca de US$ 26 bilhões em publicidade, sendo cerca de US$ 10 bilhões destinados aos links patrocinados dos resultadps de buscas.

Faturamento do Google no segundo trimestre de 2008 atinge US$ 5,4 bi e é recorde

Faturamento do Google bate recorde no segundo trimestre de 2008
O faturamento do Google no segundo trimestre de 2008 veio em linha com o esperado pelo mercado, apresentando um forte crescimento de 39% em relação ao mesmo período de 2007. Foram US$ 5,37 bilhões de receitas brutas, contra US$ 3,87 bilhões entre abril e junho de 2007.

Os anúncios nas páginas de resultados de buscas foram responsáveis por 66% do faturamento no período (US$ 3,53 bilhões), e a rede de sites afiliados do programa Adsense (como o DosLucas!!) gerou receitas de US$ 1,66 bilhões, ou 31% do faturamento global. Entretanto, o Custo de Aquisição de Tráfego, quantidade de dinheiro pago pelo Google aos seus parceiros do AdSense, representou US$ 1,47 bilhões, ou 28% da receita bruto. Ainda assim, o Adsense gerou uma margem liquida de 11,5% para o Google, uma cifra invejável.

O Google tem conseguido lidar bem com os problemas ecônomicos dos EUA, conseguindo diversificar a origem de suas receitas. No segundo trimestre de 2008, 52% das receitas vieram de fora dos EUA. Em 2007, este percentual era de 48%. O maior mercado estrangeiro para o Google é o do Reino Unido. Este país gerou 14% da receita bruta da empresa. Também, o mercado publicitário da internet inglesa é gigantesco. Espera-se que em 2009 a participação da publicidade na Web seja maior que a TV neste país, movimentando cerca de US$ 5,6 bilhões ao ano.

Por fim, o número de cliques válidos nos links patrocinados aumentou 19% em relação a 2007 e a receita líquida da empresa foi de US$ 3,86 bilhões, número recorde e em linha com o esperado pelos analistas, e o lucro liquido cresceu 40% atingindo US$ 1,3 bilhão. Apesar disso, as ações do Google caíram quase 8% após o anúncio desses resultados, mesmo num dia de alta nas bolsas americanas. Os investidores não gostaram da queda das margens de receita liquida e na margem de lucro líquido, e acharam que a empresa não soube administrar bem as receitas geradas em moedas estrangeiras.

Indicadores e previsões sobre o Marketing de Buscas

Segundo a Media Contacts, a publicidade em mecanismos de buscas deve avançar, e pelo menos quatro fatores devem influenciar a eficiência dos anúncios nos Search Engines. Nesta parte do relatório, que resenho agora para vocês, é tratada sobre as alterações que a busca vertical deve inserir no Marketing de Buscas.

Já defini antes o que é um mecanismo de buscas vertical. Grosso modo, é um mecanismo que realiza pesquisas apenas em um diretório, ou sobre apenas um tema específico, como os comparadores de preços.

Existem mecanismos de pesquisa, como o Buscapé, que são naturalmente verticais. Entretanto, mesmo os grande mecanismos globais, como o Google ou o Yahoo!, oferecem aos usuário a possibilidade de customização das suas ferramentas de buscas, de modo a estreitar o universo pesquisado e melhorar os resultados. Para o profisisonal de Marketing de Buscas, trata-se de uma oportunidade incrível, pois como o usuário escolhe o que quer procurar, aumenta a possibilidade de que um anúncio surta o efeito planejado. Pois, trata-se de um universo de usuários já segmentados por seus prórprios interesses, ou seja, é o público-alvo puro e simples.
A Busca em Vídeo é uma outra fronteira do Marketing de Buscas. Os grandes Players ainda não têm ferramentas apuradas para indexação de vídeos, o que ocasiona resultados não-satisfatórios para as pesquisas dos usuários. Entretanto, esse é um setor que deve crescer bastante, já que se estima que 86,6% dos internautas terão o hábito de assistir vídeos on-line em 2011. Os anúncios em busca de vídeos, ou através de vídeos que aparecem nas buscas já são hoje de grande importância para alguns setores e países. Na industria do turismo, por exemplo, pesquisa da ACNielsen indica que 51% dos americanos escolhem os lugares em que iram se hospedar ou visitar com base em pesquisas na Web. Esta taxa é maior, inclusive, que os 33% dos entrevistados que dizem escolher seus destinos com base em experiências anteriores com as empresas ou lugares.

Buscas por celulares deve ser o setor que apresentará o maior crescimento dentro do Marketing de Buscas. Estima-se que em 2011, serão investidos US$ 2,4 bilhões em anúncios para buscas via celular. Número 35 vezes maior que os US$ 68 investidos em 2006. Isso acontecerá, segundo previsões do e-marketer, pois 90% dos quase 1 bilhão de usuários de internet móvel usarão os serviços de buscas móvel. Para abocanhar parte destas receitas, os grandes da Web já lançaram produtos nesta área. Temos o Google Mobile, o Yahoo! One Search e o MSN Live Search for Mobile.
Outra parte importante na busca vertical, será a busca local, em que os usuários pesquisam em busca de resultados oferecidos por sites locais. O Google Adword oferece a possibilidade de o anunciante exibir anúncios apenas para usuários num raio de 40km de sua sede.

O Marketing de Buscas é uma das áreas da publicidade na Internet. Espera-se que os gastos em anúncios pn-line ultrapassem a marca dos US$ 40 bilhões até 2010, sendo 25% deste valor destinados aos mecanismos de buscas. Então, é um enorme e promissor mercado, sem dúvidas.

Analistas prevêem forte crescimento nas receitas do Google

Apesar da queda no ritmo de crescimento econômico dos EUA, analistas esperam um crescimento considerável no faturamento do segundo trimestre de 2008 do Google. Segundo Mark Mahaney, do Citigroup, a receita liquida do Google deve alcançar US$ 3,82 bilhões neste semestre, crescimento de 42,59% em relação aos US$ 2,7 bilhões obtidos no segundo semestre do ano passado.

Esses resultados devem corroborar com as expectativas dos especialistas de que o Google tem mantido a sua taxa média de cliques nos links patrocinados. Entretanto, a grande expectativa é sobre o que o Google falará sobre como pretende avançar seus negócios além dos serviços de buscas. Espera-se novidades quanto à veiculação de publicidade junto ao Youtube, que deverá gerar receitas da ordem de US$ 200 milhões.

Entretanto, não resta dúvidas de que o Google está bem posicionado no mercado de publicidade on-line, abocanhando a maior parte dos orçamentos para anúncios on-line. o Google tem se beneficiado da pendenga entre Yahoo! e Microsoft, que tem impedido o avanço do segundo e tem tirado excelentes profissionais do primeiro. Por isso, o desempenho do Google no mercado financeiro tem sido muito acima da média. As ações da empresa apresentam valorização de 15% nos últimos três meses, contra uma queda de 5,32% do índice da bolsa de tecnologia, Nasdaq.

Vem aí o Scour: Mecanismo Colaborativo de Buscas


Está sendo lançado um novo serviço de buscas na Web, o Scour. O grande diferecial deste serviço é que ele realiza buscas nos três grandes buscadores da Web (Google, Yahoo! e MSN), exibe como resultado uma mescla do que encontrou em todos eles e oferece ao usuário a possibilidade de comentar e votar em qual é a melhor página para o que procurou. Seria algo como um mecanismo colaborativo de buscas, pois a qualidade dos resultados exibidos pelo Scour dependerá não apenas de algorítmos, mas também do que uma grande comunidade de usuários diz sobre os resultados que encontra.

Como forma de estimular os usuários a aderirem a sua comunidade, a Scour oferece um programa de pontos em que o internauta vai acumulando pontuação a medida em que participa da comunidade. Estes pontos são revertidos em cartões-presente da Visa. 6.000 pontos equivalem a R$35,00.

Tenho alguma desconfiança quanto a possibilidade de realiazação desta idéia. N ão que eu não acredite na qualidade e na quantidade de participação dos usuários, exemplos como o Wikipédia e Shvoong estão aí para provar que isso dá certo. Mas, ao passo em que este serviço de buscas vá se tornando popular, vai chamar a atenção dos profissionais de Marketing de Buscas. Aí, pode haver um enorme espaço para manipulação dos comentários e dos votos, o que pode implodir o próprio serviço de buscas. Não ficou claro para mim como eles vão tentar impedir isso, mas vou ficar de olho.

Como as empresas estão usando as redes sociais em seus negócios



Ilustração sobre as redes sociaisA Gartner, uma empresa global de consultoria, divulgou um relatório em que constata que a maioria das empresa, sejam elas pequenas ou grandes, estão perdendo oportunidades de conseguir sucesso com as redes sociais. A pesquisa vai além da possibilidade de usar as redes sociais como plataforma de publicidade ou de gestão de imagem.



O que a Gartner quis analisar é como as empresas estão usando as possibilidades das redes sociais para gerar novos negócios ou estabelecer novos modelos de negócios. E a conclusão foi a de que há um ceticismo por parte dos empresários, que ainda não enxergam o potencial das redes sociais para as empresas.




Entretanto, o relatório da Gartner aponta alguns usos e benefícios que as social networks estão trazendo para o mundo corporativo. Um deles, é o caso de uma empresa inglesa que conseguiu uma redução nos seus custos operacionais ao passar a fazer recrutamento de funcionários através das redes sociais, deixando de lado as tradiconais empresas de recrutamento. Além disso, algumas empresas têm conseguido aumentar a produtividade dos seus funcionários por usarem recursos das redes sociais. Por exemplo, usando-se o Twitter é mais fácil de se encontrar os funcionários e se fazer solicitações, e isso sai mais barato que usar o celular.


Na Pesquisa sobre redes sociais da Gartner, foi traçado o perfil de quem usa as redes sociais no mundo: são 38% dos donos de computadores e, em sua maioria, são adolecentes do sexo masculino.

Grandes Empresas da Web se movimentam para abocanhar as verbas do próximo destaque da publicidade on-line: os displays


Nem redes sociais nem celulares, a próxima grande oportunidade do mercado publicitário da Web deve ser os displays exibidos em redes de afiliados. Quem diz isso são as três maiores empresas da internet mundial: Google, Microsoft e Yahoo.

Com o mercado de links patrocinados dominado pelo Google, as empresas se esforçam para se destacar nas outras formas de publicidade mais promissoras da Internet. A que, segundo essas empresas, deverá apresentar maior crescimento nas receita é o display. Tratam-se de anúncios gráficos, animações e gadgets. Este foi o começo da Web, mas este modelo foi superado pelos links aptrocinados do Google, por que então volta à tona? Agora, os grandes Portais da Internet planejam exibir publicidade gráfica não apenas em suas próprias páginas, mas também em sites parceiros. Segundo o Yahoo, os pequenos sites e blogs pessoais recebem 30% das visitas na Web brasileira, e têm potencial de gerar US$ 100 milhões ao ano. Para comparação, toda a publicidade na Internet Brasileira movineta cerca de US$ 350 milhões.

Para concorrer neste novo filão da publicidade on-line, todos os gigantes da Web foram às compras. O Yahoo! comprou a Right Media por US$ 650 milhões, o Google papou a Double Click por US$ 3,1 bilhões, e a desesperada Microsoft fez a maior aquisição de sua história ao comprar a DRIVEpm por extraordinários US$ 6 bilhões. A compra dessas empresas foi necessário para se adquirir tecnologia e Know-How em uma prática que deve aumentar a eficiência da publicidade na Internet: o behavior taget, ou marketing comportamental. As empresas compradas desenvolvem serviços e tecnologia que analisa o comportamento do usuário e define qual o melhor anúncio para cada um, além de traçar perfis dos melhores sites para se exibir uma publicidade. Neste sentido, o Google também desenvolveu uma ferramenta, o Google Adplanner.

O desafio agora dessas empresas é integrar as plataformas de publicidade gráfica com a de links patrocinados, e aumentar a rede de sites parceiros. O Google é a que está mais adiantado nestes aspectos, o seu Adwords já permite que o anunciante crie anúncios gráficos e de texto, e o seu Adsense já possui uma robusta rede de pequenos Websites. Mas o Yahoo! e a Microsoft não estão dispostos a perder mais essa para o Gigante de Mountain View. Fico na expectativa para ver qual vai ser a reação dos grandes portais brasileiros, UOL, IG e Globo.com.

Com informações do SEMBRASIL

Resumo - Como a Economia da Atenção Deve Ser Diferente



Capa do livro Economics of Attention, de LahamSe a atenção fosse apenas um tipo padrão da economia, uma economia focada nisto nunca emergiria porque a atenção já comporia a dinâmica predominante. Se nós fomos de uma economia baseada em fazer, comprar e vender produtos, para uma baseada na atenção, então nós devemos ter um ponto de inflexão. Nós mudamos a direção tanto em como nossas atividades estão ligadas quanto como elas são produzidas pelo desejo. Esta guinada deve ter alguma coisa a ver com o jeito que a atenção é diferente de um produto material, para nós.



Atenção é perseguida por métodos bem diferentes dos meios com que produtos de qualquer tipo são reunidos, produzidos ou comprados. Você não pode, geralmente ou confiavelmente, comprar isso. Diferente de commodities ou dinheiro, atenção não pode ser exatamente quantificada. Você pode acumular atenção, mas você faz isso primeiramente nas mentes de sua audiência; isso não pé tangível como são os produtos ordinários.  Em alguns graus, isto torna mais difícil de rouba-la ou até mesmo perde-la completamente. Também diferente dos produtos ordinarios na historio da Indústria, o suprimento total de atenção de outro ser humano permanence limitado. Não se pode aumentar isso significativamente. Nem se pode realmente substituir alguma outra coisa por atenção, da forma como podemos substituir energia solar ou nuclear por petróleo



Por que quantificar importa? Em algum momento por volta de 1945, economia convencional adquiriu um viés altamente matemático. Agora, matemática freqüentemente flerta com entidades que não são estritamente quantificáveis, como superfícies topológicas maleáveis. Não é este o tipo de matemática que os economistas escolhem.  Eles se involvem em elaborações de curves tipicamente encontradas em gráficos de economia. Tais curvas derivam seus significados de uma chave que subjaz hipótese. As entidades sendo grafadas devem ter valores numéricos que podem ser distintos em diferentes momentos (ou posições de qualquer outro parâmetro). De outra maneira, seria impossível saber, em qualquer ponto dado no gráfico, se a curva sobre, desce ou se mantêm. Deste modo, economistas empíricos estão sempre reportando pequenas variações em coisas como o suprimento de capital, o valor do índice da Bolsa de Nova Iorque, o número de casas vendidas na semana pessada, a taxa de desemprego, o preço do barril de petróleo a dívida pública nacional etc. Quanto mais sofisticado, os economistas oferecem resultados teóricos baseados em variações quantificáveis de tais entidades.



Com atenção, entretanto, existem, na melhor das hipóteses, nada mais que substitutos numéricos para atenção parcial, tais como listas de Best-Sellers, Nielsen ratings, e contas de visitas em Websites. Isto nos diz pouco sobre como e qual extensão da atenção foi paga. Nós não poderíamos determinar, por exemplo, se o total de atenção per capita subiu ou caiu na semana ou ano passado

ou, mais geralmente, se a sua porção de atenção subiu ou caiu. Se atenção em economia é “matematizável”, na economia da atenção isto requeriria uma matemática um pouco diferente.




Esta é uma sinopse do livro "The Economics of Attention: Style and Substancae in the Age of Information" de Richard Lanham.Conheça o livro aqui.


O Supermercado do Futuro - Supermercado alemão usa a tecnologia móvel para criar uma nova experiência de compras









Achei este vídeo no BBC. Trata de um supermercado alemão que utiliza várias elementos da tecnologia móvel para agilizar o processo de compra por parte dos clientes e tornar mais simples a administração dos estoques por parte da administração do supermercado.

O vídeo está em inglês, mas basicamente, mostra que um pessoas que está fazendo compras pode tirar fotos dos códigos de barras dos produtos que deseja levar, antes de colocá-los no carrinho. Depois das compras feitas, o cliente não precisa pegar fila para pagar. Basta apertar um botão indicando que as compras acabaram. Será gerada na tela do celular do cliente a imagem de um código de barras que será lido por uma máquina desenvolvida especialmente para isso. Aí, o cliente escolhe se pagará à vista ou no cartão de crédito. Em breve, também estará disponível a possibilidade de pagar através das ondas do celular.

Além disso, alguns dos produtos do mercado possuem chips que informam à administração central quantas unidades foram vendidas e quantas ainda estão à disposição dos consumidores. Para distrair os consumidores, há um jogo interativo no chão do supermercado, em que os clientes (ou seus filhos) podem brincar de correr atrás dos peixinhos. Muito legal! Para auxiliar os clientes a usarem todos os recursos high tech, há um robô tirando as dúvidas e dando dicas para os menos familiarizados com a tecnologia.

Os alemães chamam isso de "O supermercado do Futuro", por usar diversas tecnologias para facilitar a ida ao supermercado. Vamos ver se este modelo de Sepermercado se tornará popular ao redor do mundo e se chegará às gôndolas soteropolitanas.

Internet deverá será acessada por 2 bilhões de pessoas e movimentará US$ 110 bi ao ano em publicidade até 2012

Segundo pesquisas do IDC, a internet deverá ser usada por 1,9 bilhões de pessoas em 2011. Serão mais de 500 milhões de usuários a mais em relação a cifra de 2008. Dos quase 2 bilhões de usuários da rede em 2011, cerca de 75% deverão usar a internet móvel. Hoje, apenas 28% das pessoas acessam a internet móvel. Este enorme número de pessoas deverá entrar na rede através de mais de 3 bilhões de dispositivos, incluindo PCs, Celulares e Consoles. Num esforço para acelerar a popularização dos computadores e da banda larga, o Google e uma série de empresas integraram a campanha "Internet para todos", que visa incluir na pauta principal do próximo presidente dos EUA a questão da universalização da banda larga.

Toda essa quantidade de pessoas transitando pela Internet deverá gerar novas e enormes oportunidades. Apenas o comércio eletrônico deverá movimentar mundialmente em 2011 cerca de US$ 12,4 trilhões apenas na vertente B2B (comércio entre empresas). O Comércio eletrônico B2C (empresa cliente), por sua vez, deverá significar cerca de US$ 1,2 trilhão em todo o mundo.

Numa outra pesquisa, o IDC previu que em 2012 a publicidade na Internet deverá movimentar cerca de US$ 106,6 bilhões. Os EUA deverão ser responsável por cerca de 40% desse valor. O carro-chefe dos investimentos publicitários deverá continuar sendo os links patrocinados, que significarão cerca de US$ 35 bilhões, mercado em que o Google é líder disparado. Em seguida, os anúncios gráficos deverão ser responsáveis por mais US$ 25 bilhões de doláres.


E-Business - Indústria dos Jogos Casuais Batem recorde de faturamento

Lucas Reis

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O setor de Jogos Casuais faturou US$ 2,25 bi em 2007, 20% que em 2006, um recorde para o setor. Jogos casuais são jogos simples praticados em rede. Exemplos? Poquer, damas, xadrez...

São mais de 200 milhões de usuários ao redor do Planeta. Destes, 74% são mulheres.
Por outro lado, a indústria de jogos on-line sofisticados movimenta cerca de US$ 20 blihões ao ano, mesmo contando com muito menos participantes.

Porém, no futuro os Jogos Casuais podem aumentar a sua importância no setor. Se, de fato, ocorrer uma integração desses jogos às ferramentas e espaços da Web 2.0. Outra maneira que pode ser usada para aumentar o tamanho do faturamento dos jogos casuais é a disponibilização de espaços para publicidade. Afinal, são 200 milhões de pessoas concentradas nas telas enquanto jogam, uma audiência nada desprezível. Entretanto, um modelo comercial no qual a publicidade tenha papel importante não está pronto, ainda.