08:17
Por enquanto, a promoção é valida apenas para residentes no Canadá. Ela funciona da seguinte forma: o usuário faz uma busca e se essa busca casar com uma das buscas premiadas o internauta ganha prêmios, que vão desde um cartão-presente no valor US$ 50,00 a um Mitsubishi Lancer SE.
Essa promoção integra os esforços da Microsoft em ganhar espaço no mercado mundial de buscas, que deve movimentar mundialmente cerca de US$ 40 bilhões até 2012. A empresa pode acelerar esse processo de realmente comprar o Yahoo!. No início do ano, a companhia chegou a oferecer US$ 47,5 bilhões pelo Yahoo!, mas a proposta foi erjeitada pela diretoria da empresa. Hoje, o Yahoo! enfrenta diversas dificuldades para se manter como um player grande e independente no mercado da internet, e seu valor de mercado não passa dos US$ 15 bilhões
12:27
Como funciona o Google Analytics para Flash
03:50

Uma pesquisa divulgada recentemente pelo emarketer mostra que para os anunciantes o email marketing é a segunda prática da publicidade digital que entrega os melhores resultados. Vale aqui lembrar que não estamos falando de SPAM, que é aquela praga de receber mensagens publicitárias sem ter autorizado o seu envio, mas estamos falando do marketing de permissão, aquele em que o usuário se inscreve e aceita receber mensagens de um determinado anunciante.
07:10
Pois a equipe do Google escreveu essa apostila e a disponibilizou na rede. O texto é escrito em inglês e de uma menira simples, para que um webmaster comum entenda perfeitamente. os conceitos. As informações trazidas pela apostila não são nenhuma novidade para quem já está na área, mas dá muitas dicas importantes para quem não entende muito de SEO.
Há uma preocupação imensa do Google de lembrar aos webmasters que seus sites devem ser feitos pensando nos usuários e não nos mecanismos de buscas. Esta lembrança aparece em diversas partes do texto.
Tópicos da apostila sobre otimização de sites
Essa apostila sobre otimização de sites inicia falando gerenicamente sobre o que é o SEO e seus objetivos, depois vai tratar da otimização dos títulos das páginas, das meta tags de descrição, da construção de URLs amigáveis, da construção de uma boa navegabilidade entre as páginas de um site, da otimização de imagens, da produção de conteúdo original e contínuo, da restrição de determinadas páginas aos buscadores, o uso do atributo rel="nofollow" e como a divulgação deve ser feita sem ofender as diretrizes dos buscadores.
Baixe aqui a apostila, vale a pena dar uma lida, mesmo que você já seja um especialista na área. Se você for um iniciante, fica como um manual extremamente útil nos esforços para aumentar a visitação de seu site/blog.
08:40
1º As estratégias de publicidade na Internet
Os autores afirmam que as categorizações de publicidade normalmente utilizadas não são perfeitamente aplicáveis para se analisar o empacontamento (da publicidade com o conteúdo). Por isso, o autor afirma que existem três estratégias de anúncios na internet : o anúncio direto e indireto; anúncios contextuais e não-contextuais; e publicidade com recompensa e sem recompensa. Como a publicidade por empacotamento tem de ser direta, sobram seis possibilidades de uso das estratégias citadas. Entretanto, em diversos casos a recompensa pela publicidade pode ter um custo muito alto para o anunciante. Sendo assim, existem três grandes estratégias possíveis para anúncios por empacotamento.
2º Descrição do comportamento do usuário na internet m termos de busca e bloqueio
Mesmo nos meios convencionais, o consumidor pode bloquear a sua exposição a um anúncio. Entretanto, nas novas mídias, este bloqueio é ainda mais fácil. Para os autores, o consumidor só irá buscar informações de um anúncio se isso for melhorar a sua decisão de compra. Mas tende a bloquar a publicidade se achar que o custo de se expor a ela é maior do que a recompensa que possa receber.
3º Estratégias dos anunciantes
Pelo custo de uma pesquisa e pelas possibilidades de bloqueio que os consumidores têm com as mídias convencionais, os anunciantes tendem a usar os anúncios diretos para atingir esses consumidores. Entretanto, na internet, com o aumento das possibilidades e a redução dos custos de pesquisa e bloqueio, os anunciantes devem usar mais frequentemente os anúncios indiretos. Os anúncios contextuailizados, segundo os autores, tendem a ser menos usados, pois como há uma abundância de informações na Internet, facilmente encontráveis quando desejado, os consumidores tendem a tolerar cada vez menos as interrupções provocadas pelos anúncios diretos.
Resumo de The relationship between advertising and content provision on the Internetn de Yuehong Yuan, Jonathan P. Caulkins and Stephen Roehrig
11:04
Ao ler um pouco sobre navegadores, duas perguntas devem vir à cabeça do leitor: a 1ª - o que diferencia um navegador do outro, eles não fazem a mesma coisa, ou seja, mostrar os conteúdos das páginas da web?; e a 2ª - Por que uma empresa colocaria tempo e dinheiro num software que todo mundo irá baixar de graça?
A resposta da 2ª pergunta deriva da primeira. O browser, ou navegador, é uma plataforma em cima da qual diversos produtos e serviços podem ser oferecidos pela Internet, da mesma maneira que o Windows, um sistema operacional, é a principal base para desenvolvimento de softwares para PCs. O papel do browser é, por um lado, permitir que os editores e webmasters ofereçam cada vez mais coisas através da Internet, e, por outro, tornar a web cada vez mais útil e simples para o usuário. Como o mercado de serviços e produtos pela Internet é multibilionário e tem excelentes perspectivas, fica claro porque uma empresa investe no desenvolvimento destes produtos.
O documentário abaixo mostra a guerra dos browser que foi travada no início da web, em meados dos anos 90, entre a Microsoft e a Netscape. Hoje, é fácil saber quem foi o vencedor da briga, mas o filme abaixo mostra através de quais métodos essa vitória se deu.
Agora, parece se iniciar uma nova guerra de navegadores de internet, com a Microsoft (IE8), o Google(Chrome), a Fundação Mozila(Firefox), a Opera e a Apple (Safari) brigando para cair nas graças do usuário. Vamos torcer para que o vencedor desta briga seja o internauta e a rede como um todo.
11:14
O artigo se inicia afirmando que diversos pesquisadores têm explorado o tema do padrão de cliques nas telas de resultados de buscas. Apesar de extremamente importante, estes estudos têm algumas limitações. Por exemplo, não conseguem indicar quais outros resultados foram levados em consideração pelo usuário antes de decidir onde clicar. O estudo da forma como os usuários vêm a tela oferecem algumas outras informações valiosas, mas só podem ser feitos de maneira difícil e numa pequena escala. Já os estudos dos movimentos do cursor do mouse em uma tela de resultados de buscas oferecem ainda mais respostas, e podem ser feitos remotamente e em larga escala. Este artigo pretende identificar os padrões de coordenação entre o caminho do olhar e do cursor do mouse dos usuários numa tela de resultados de pesquisas.
Os resultados da pesquisa levaram a identificação de alguns padrões.
1 - o usuário mantem o mouse parado enquanto os olhos vasculham a página. O mouse só é movimentado quando uma ação é decidida (por exemplo, clicar num link ou manipular o navegador). Este é o chamado padrão incidental;
2 - o modo ativo do mouse é aquele em que o usuário usa o mouse como um auxílio na hora de vasculhar uma página. Há pelo menos 3 sub-padrões:
2.1 - Seguir os olhos verticalmente: o usuário move o mouse para baixo, mas sempre mantendo o cursor na mesma altura de onde os olhos estão lendo no momento;
2.2 - Seguir os olhos horizontalmente: o usuário move o cursor do mouse horizontalmente em cima ou levemente abaixo de onde estiverem lendo no momento;
2.3 - Marcando um determinado resultado: o usuário pousa o mouse em cima do resultado que julga ser o mais promissor. Enquanto isso, os olhos continuam vasculhando a página em busca de outros resultados.
Resumo do Artigo the relationship between advertising and content provision on the internet.
10:51
Aprendendo a anunciar - como a Programação Genética é usada na escolha de anúncios contextuais
Lucas Reis
O texto se inicia com uma rápida retrospectiva sobre o mercado publicitário on-line, destacando a queda no faturamento das empresas de Internet entre 2001 e 2002, e relacionando a recuperação do mercado, a partir de 2003, com o aumento do uso de anúncios baseados em palavras-chave. Esta forma de anúncio começou a ser usada nas páginas de resultados de buscas, em que anúncios publicitários são exibidos ao lado do resultado da busca do usuário, e são escolhidos levando em consideração as palavras usadas pelo internauta em sua pesquisa. Posteriormente, os anúncios baseados em palavras-chave passaram a ser exibidos em páginas da Web, o que gerou novos desafios na hora de estabelecer quais anúncios devem ser exibidos, já que em Webpages os anúncios são escolhidos baseados no conteúdo da página, e não em algumas poucas palavras digitadas pelo usuário.
Para resolver este problema, os autores propuseram uma nova forma de lidar com os anúncios exibidos com base no conteúdo de Webpages. Este novo relacionamento se baseia numa Programação Genética (Genetic Programming - GP). Trata-se de uma máquina de aprendizado inspirada na evolução biológica para achar soluções otimizadas para certos problemas. A suposição dos autores era a de que a GP seria capaz de aprender o conteúdo de uma página e estabelecer quais anúncios são coerentes com ele.
Programação genética (Genetic Programming - GP) é um conjunto algoritmos de buscas com inteligência artificial que segue os princípios biológicos de herança e evolução. Trata-se de uma forma de resolução muito usada em problemas extremamente difíceis, principalmente para aproximar relacionamentos funcionais não-lineares e complexos.
Para testar a Programação Genética como forma de estabelecer anúncios mais coerentes a conteúdos de páginas na Web, os autores usaram 100 páginas de um jornal brasileiro, páginas estas que tratavam sobre assuntos diversos. E, de um grupo de 93.972 anúncios que se ligavam a mais de 68 mil palavras-chave, foi escolhido um grupo de 2.337 anúncios para o teste. A tarefa da Programação Genética era a de escolher os três anúncios mais relacionados a cada página.
Resumo do texto Learning to Advertise
13:10
Para o autor, é necessário criar métricas baseadas na essência do patrimônio de uma marca. Estas métricas deveriam mostar os potenciais e habilidades de uma marca. Para o autor existem pelo menos dois componentes fundamentais que refletem o verdadeiro patrimônio de uma marca: resistência e alavancagem.
Resistênca é a habilidade de uma marca de proteger a si mesma e gerar receitas consistentes a longo prazo.
Alavancagem é a energia potencial de estender o sucesso de uma marca para produtos relacionados ou não.
Para mensurar esses componetes o autor sugere que seja levado em consideração o comportamento do consumidor que é leal a uma marca. No comportamento do cliente, três aspectos são espcialmente importantes: crenças, hábitos e tendência.
Resumo do texto In Search of True Brand Equity Metrics, Thomas J.Reynolds e Carol B. Phillips.
08:16
suas concorrentes.
Estudos apontam que posicionar publicidade em ambientes contextualmente favoráveis aumentam a sua eficiência, pois consumidores interessados na mensagem da marca tendem a processá-la de maneira intencionalmente diferente, o que diminui as chances de esquecimento. Além disso, se há um tema comum ao conteúdo de uma página e ao anúncio, isto deve facilitar o chamado processo relacional, em que o consumidor unifica, conecta categoriza as informações, tornando-as mais salientes na memória e melhorando a sua lembrança. Porém, mesmo numa página com conteúdo e anúncios ligados, não se deve perder de vista que se trata de um ambiente competitivo, já que serão exibidos vários anúncios contextuais numa mesma página, assim, os autores argumentam que deve-se seguir a máxima de que um mesmo anúncio repetido diversas vezes tem maiores chances de ser percebido e lembrado pelos internautas.
As pesquisas dos autores mostram que a lembrança de marca é, praticamente, duas vezes maior quando se usa anúncios variados em um ambiente não competitivo (aquele em que não há anuncios similares). A diferença se mantem também em ambientes competitivos, porém nestes, são mais eficientes os anúncios que se repetem diversas vezes. Esses mesmos anúncios geram uma taxa de cliques 40% maior quando colocados em ambientes competitivos, já a estratégia de usar anúncios variados aumenta em 100% a eficiência de uma publicidade em ambientes não-competitivos.
Exibir anúncios contextuais aumenta a lembrança de marca em 83,51%, enquanto eleva em mais de 60% a intenção de cliques. Da mesma forma, repetir a exibição de um mesmo anúncio em páginas com conteúdo relevante para o anúncio é apenas um pouco menos eficiente que exibir anúncios diversos, entretanto, é muito mais eficiente em termos de lembrança de marca quando exibido em páginas com conteúdo irrelevante.
Início do resumo
Resumo de parte do artigo - Advertising Repetition and Placement issues in on-line enviroments
12:43
A eficiência da publicidade na Internet tem caído por diversas razões. Primeiramente, o número de anúncios aumentou bastante. Segundo a Jupiter Media Metrix, um usuário médio da internet foi impactado por cerca de 950 banners em 2005. Além disso, os usuários têm focado mais no conteúdo das páginas, e prestam pouca atenção nos anúncios.
Uma estratégia da mídia tradicional para contornar o desinteresse dos usuários pela publicidade, é repetí-la diversas vezes para aumentar o recall. Os autores sugerem que se faça o mesmo na internet, onde é até mais fácil exibir um anúncio que seja relacionado ao conteúdo de uma página.
Os estudos sobre a eficiência da publicidade na internet tem focado bastante na questão da taxa de cliques. Estes estudos descobriram que anúncios interativos têm uma clicagem maior. Além disso, a depender do tamanho e da forma do anúncio, além da sua cor ou se ele oferece algum incentivo à interação também influenciam na taxa de cliques.
Mas, além de gerar tráfego para um site, os anúncios devem aumentar as vendas. Neste caso, descobriu-se que campanhas com taxa de cliques mais baixa geravam conversões maiores que as com altas taxas de cliques. Assim, surgiu o interesse pelo chamado view-through rate (número de pessoas que veem um anúncio, não clicam, mas acessam o site do anunciante posteriormente).
Recentemente, diversos pesquisadores mostraram que o impacto dos anúncios na internet é positivo, gerando conhecimento de marca e um patrimônio de marca de longo prazo. Esses pesquisadores argumentam que, por isso, a melhor forma de se avaliar uma campanha on-line é através de instrumentos tradicionais, como pesquisas sobre conhecimento de marca etc, e não a taxa de cliques. Alguns pesquisadores identificaram que a lembrança explícita de consumidores expostos a publicidade na internet é baixa, mas a lembrança implícita é alta.
Descobriu-se que o efeito da repetição de um anúncio nos meios tradiocionais segue a regra do "U" invertido, em que a atitude em relação ao anúncio cresce desde as primeiras exposições até atingir um topo e iniciar a cair, pois o mesmo anúncio visto repetidamente diminui o interesse do espectador. Um autor chamado Manchanda descobriu que a exposição repedita a anúncios de banners na Internet aumentam as receitas, mas a medida que se aumenta o número de exposições, o ROI cai a cada exposição. Os autores deste artigo partem da hipótese de que "a repetição do anúncio em banners aumenta a lembrança de marca e a taxa de cliques em ambientes online".
Resumo de parte do artigo - Advertising Repetition and Placement issues in on-line enviroments. Veja a continuação aqui
10:28
- Permitir ao anunciante monitorar quantas vezes um usuário viu o mesmo anúncio. Isto deve aumentar a eficiência dos anúncios e melhorar a experiência do usuário, que não verá sempre o mesmo anúncio;
- Informar quantos usuários já viram um determinado anúncio, e em média quantas visualizações foram feitas por usuários;
- Informar aos anunciantes quantos usuários acessaram o seu website após verem os anúncios, mesmo não os tendo clicado;
- Tudo isso deverá aumentar a performance dos anúncios.
Entretanto, para conseguir esses dados o Google instalará um cookie na máquina dos usuários. Cookies são programinhas que, após instalados no computador, registram todo o comportamento dos internautas, como quais sites foram visitados, quais páginas vistas e quanto tempo durou a navegação. Segundo o Google, o internauta poderá, se quiser, desabilitar a instalação dos cookies.
08:40
Essa enorme popularidade dos buscadores nos EUA fez com que o número de buscas realizadas em Junho fosse recorde naquele naquele país, com 11,4 bilhões de buscas realizadas. Isso tudo deve fazer o investimentos em publicidade em mecanismos de buscas atingir US$ 19 bilhões apenas nos EUA em 2012, um média de crescimento de 16% ao ano nos próximos 4 anos, muito acima dos cerca de 3,5% de crescimento anual da publicidade americana como um todo.
Mesmo a crise ecônomica americana deve favorecer o Marketing de Buscas, pelo seu baixo custo e fácil monitoramento de resultados, essa prática deverá ganhar força já que com os orçamentos de publicidade das empresas mais apertados, os gestores de Marketing deverão focar nas práticas que entreguem melhores resultados, em menos tempo e que sejam altamente flexíveis. Tudo que o Marketing de Buscas é.
06:02
No Brasil, há ainda um outro complicador: a falta de bons profissionais de SEM. Como o marketing de Buscas é uma área nova e que vem crescendo rapidamente, é difícil encontrar profissionais plenamente capacitados para atuar com as várisa facetas do SEM. O que torna um Search Engine Marketer um profissional caro. Nos EUA, por exemplo, o salário de um profissional de Otimização de Sites (SEO) é de US$ 50 mil ao ano. Então, é melhor arcar com esse custo ou torná-lo mais flexível com a terceirização do serviço?
Esta é uma decisão que depende de cada situação, orçamento, prazo, meta e empresa. Mas em geral, acredito que deve-se enxergar o Marketing de Buscas como parte integrante de toda uma estratégia de comunicação para a Internet (e fora dela). Se este serviço é feito por uma empresa externa, por que fazer o SEM internamente e tornar a interação deste com as campanhas on-line mais lentas e menos eficientes?
Uma grande site, com um bom orçamento para links patrocinados e preocupação com o posicionamento nos mecanismos de buscas e com o buzz nas mídias sociais pode empregar até 5 pessoas para executar todas as ações de SEM. Ou seja, um novo departamento. Vale à pena inchar o organograma de uma empresa para fazer o trabalho que não é o core business da companhia?
Por seu turno, as agências de comunicação para a Internet devem sempre ter em mente que têm de provar que, apesar de o SEM poder ser feito internamente, o trabalho especializado de uma agência agrega valor ao serviço, melhorando o ROI, enfim, devem mostrar que a agência vale mais do que custa.
12:38

A Internet é cada vez mais central na vida das pessoas e, além de informações sobre conteúdo e sites acessados pela Web, o usuário acaba enviando dados como número de telefone, endereço residencial, número de cartão de crédito etc. Estas são informações extremamente confidenciais, mas, graças à forma como a Internet foi concebida e executada, todos estes dados são rastreáveis e armazenáveis.
10:44
Maneiras criativas de se fazer Link Building
Lucas Reis
Uma das principais características da Internet é o fato de que o usuário pode emitir as suas idéias dispendendo pouco tempo e dinheiro. E as opções não faltam: Blogs, Fóruns, Redes Sociais, Sites de Compartilhamento, Sites Pessoais, colunas em Sites colaborativos etc. Acontece, que este usuário com vez e voz também pode já ser um cliente, e por que não incentivá-lo a falar sobre a empresa da qual é consumidor?
Isto teria pelo menos duas conseqüencias positivas. Os textos feitos pelos usuários seriam ricos em palavras-chave e um link oriundo deles teria alto valor para os buscadores. Além disso, um tópico iniciado num Blog pode iniciar uma discussão sobre um produto ou empresa e "vazar" para outros Blogs e Fóruns, de onde podem surgir novos links de alta qualidade.
Uma outra conseqüencia positiva é que uma indicação despropositada de um blogueiro pode aumentar a credibilidade de uma Empresa, melhorando a sua imagem e solidificando a sua marca. Não se deve esquecer que a otimização de um site tem um imenso poder de construção e fortalecimento de marca.
Para incentivar os clientes a escreverem sobre uma empresa, pode-se, primeiro, identificar as páginas que já citaram a Comapanhia, mas não linkaram, para se entrar em contato com o editor da página e sugerir que crie este link. Uma outra forma é iniciar uma campanha de mail-marketing sugerindo que os clientes escrevam sobre a empresa. Em troca, pode se oferecer brindes ou qualquer outro tipo de compensação.
Assim, além de se avançar no processo de otimização das páginas de um site, se criam novas oportunidades de relacionamento, branding e vendas. Este é o bom Marketing de Buscas.
08:17
Em que consiste o BrowseRank
O BrowseRank da Microsoft atribui autoridade a uma página na Web através do comportamento dos usuários nestas páginas. Estas informações podem ser conseguidas através dos servidores de Websites e de plug-ins instalados nos navegadores que os internautas usam para acessarem a Internet. As páginas mais visitadas e em que os internautas passarem mais tempo serão consideradas as melhores, e receberão uma classificação mais alta.
A Microsoft, entretanto, reconhece que o PageRank do Google é uma boa forma de se atribuir autoridade às paginas na Web, e afirma que ele pode ser utilizado junto com o BrowseRank na criação de uma fórmula maior de classificação de páginas na Web.
Depois de ver sua proposta de compra ser rejeitada diversas vezes pelo Yahoo!, a Microsoft parece que vai acelerar o seu desenvolvimento tecnológico nas buscas. A empresa é a terceira colocada no mercado americano de buscas, com 9,2% do total de buscas no país, bem distante dos 61,5% do Google. O mercado americano de buscas é o maior do mundo, movimentando cerca de US$ 10 bilhões anuais em anúncios contextuais.
07:51
O Yahoo! não fica atrás, e desenvolve neste momento três experimentos para avançar no mercado de buscas. O BOSS (build your own search service), que permite que outros editores usem o mecanismo de busca do Yahoo! e exibam seus anúncios em seus sites. O SearchMonkey,que permite aos sites de conteúdo elaborarem mini-páginas da Web para aparecerem nos resultados das buscas no Yahoo!. E o Glue Pages, que exibe junto aos resultados das buscas uma miríade de páginas relacionadas ao assunto pesquisado pelo usuários.
A própria Microsoft, além de tentar comprar o Yahoo! e de desenvolver sua própria tecnologia, comprou o inavador buscador baseado em Web Semântica, PowerSet.
Se o algoritmo BrowseRank vingar, a otimização de sites passará ainda mais pela produção de conteúdo de qualidade e pela usabilidade das páginas e arquitetura da informação dos sites.
07:13

Mas por que essa agência russa virou notícia neste Blog? Primeiro, por atuar no setor de publicidade contextual, base fundamental do Marketing de Buscas. Além disso, atua num país emergente, onde a publicidade na Internet ainda é incipiente, como no Brasil. Mas, fundamentalmente, a Begun é notícia por ter sido comprada pelo Google mês passado por US$ 140 milhões. Isso, agora, parece ter sido um ótimo negócio para o Google, que comprou um empresa lucrativa, com alta escalabilidade e atuante num mercado grande e promissor. Comprando esta sólida empresa, o Google pode acrescentar know-how e tecnologia para melhorar ainda mais os resultados da empresa. O Gigante de Mountain View não da ponto sem nó. Fica a questão de como é que a Microsoft, com a carteira cheia de dinheiro para aquisições, deixou passar essa barbada??
10:27

Mark Zuckerberg, Fundador e Presidente do FaceBook, afirmou que ainda não tinha desenvolvido uma forma de recompensar os bons desenvolvedores de aplicativos e de punir os maus. O selo FaceBook Great Adds será dado aos aplicativos que atenderem a uma lista de 10 critérios, que atentam para critérios de utilidade, confiabilidade e design, dentre outros.
Os aplicativos que atenderem parcialmente a estes critérios receberão o selo Facebook Verification. Os que não atenderem a nenhum destes critérios receberão pouca ou nenhuma divulgação na rede social. Não é obrigatória a verificação dos aplicativos, mas os add-ons que não passarem por esse processo terão pouca divulgação na rede.