18:44
77,4% das empresas americanas que anunciaram em mecanismos de buscas exolheram o Google para anunciar. Estes dados foram divulgados pelo IDC e corroboram com o faturamento recorde do Google no segundo trimestre de 2008. Além disso, os custos por clique dos anúncios exibidos pelo Google subiram 13,9%, mesmo numa época de crise ecônomica. O segundo colocado, o Yahoo!, deteve 17,8% do mercado de links patrocinados, mas viu o preço de seus anúncios cair 7% no período. Por sua vez, a sempre combatente Microsoft viu o valor de seus anúncios subirem 5,6% e foi procurada por 4,8% dos anunciantes em busca.
Fica clara a dominação do Google no mercado de buscas americano, detendo 72% das buscas realizadas por usuários e 77% do anunciantes de links patrocinados. A estratégia da Microsoft de se unir ao Yahoo! para fazer frente a esse gigante não deu certo e desviou o foco das duas empresas para fora do que interessa: melhorar os resultados de buscas para atrair mais usuários e, conseuqente mente aumentar o faturamento com publicidade.
Steve Ballmer, Presidente-Executivo da Microsoft, afirmou recentemente que a compra do Yahoo! não era fundamental para a estratégia da Microsoft no mercado de buscas, e que a empresa tinha equipe e talento para crescer sozinha. Entretanto, vendo a disparidade da participação de cada empresa neste setor, fica cada vez mais difícil para os concorrentes enfrentarem em pé de igualdade o líder Google, que lança a cada dia novos produtos e serviços, e aprimora os antigos oferecendo a melhor experiência aos usuários e o melhor retorno sobre investimento aos anunciantes. Mas a Microsoft parece estar fazendo o seu máximo para se manter relevante no mercado de anúncios em buscas ,que deverá movimentar US$ 45 bilhões em 2012.
Fica clara a dominação do Google no mercado de buscas americano, detendo 72% das buscas realizadas por usuários e 77% do anunciantes de links patrocinados. A estratégia da Microsoft de se unir ao Yahoo! para fazer frente a esse gigante não deu certo e desviou o foco das duas empresas para fora do que interessa: melhorar os resultados de buscas para atrair mais usuários e, conseuqente mente aumentar o faturamento com publicidade.
Steve Ballmer, Presidente-Executivo da Microsoft, afirmou recentemente que a compra do Yahoo! não era fundamental para a estratégia da Microsoft no mercado de buscas, e que a empresa tinha equipe e talento para crescer sozinha. Entretanto, vendo a disparidade da participação de cada empresa neste setor, fica cada vez mais difícil para os concorrentes enfrentarem em pé de igualdade o líder Google, que lança a cada dia novos produtos e serviços, e aprimora os antigos oferecendo a melhor experiência aos usuários e o melhor retorno sobre investimento aos anunciantes. Mas a Microsoft parece estar fazendo o seu máximo para se manter relevante no mercado de anúncios em buscas ,que deverá movimentar US$ 45 bilhões em 2012.
17:17

O faturamento do Google no segundo trimestre de 2008 veio em linha com o esperado pelo mercado, apresentando um forte crescimento de 39% em relação ao mesmo período de 2007. Foram US$ 5,37 bilhões de receitas brutas, contra US$ 3,87 bilhões entre abril e junho de 2007.
Os anúncios nas páginas de resultados de buscas foram responsáveis por 66% do faturamento no período (US$ 3,53 bilhões), e a rede de sites afiliados do programa Adsense (como o DosLucas!!) gerou receitas de US$ 1,66 bilhões, ou 31% do faturamento global. Entretanto, o Custo de Aquisição de Tráfego, quantidade de dinheiro pago pelo Google aos seus parceiros do AdSense, representou US$ 1,47 bilhões, ou 28% da receita bruto. Ainda assim, o Adsense gerou uma margem liquida de 11,5% para o Google, uma cifra invejável.
O Google tem conseguido lidar bem com os problemas ecônomicos dos EUA, conseguindo diversificar a origem de suas receitas. No segundo trimestre de 2008, 52% das receitas vieram de fora dos EUA. Em 2007, este percentual era de 48%. O maior mercado estrangeiro para o Google é o do Reino Unido. Este país gerou 14% da receita bruta da empresa. Também, o mercado publicitário da internet inglesa é gigantesco. Espera-se que em 2009 a participação da publicidade na Web seja maior que a TV neste país, movimentando cerca de US$ 5,6 bilhões ao ano.
Por fim, o número de cliques válidos nos links patrocinados aumentou 19% em relação a 2007 e a receita líquida da empresa foi de US$ 3,86 bilhões, número recorde e em linha com o esperado pelos analistas, e o lucro liquido cresceu 40% atingindo US$ 1,3 bilhão. Apesar disso, as ações do Google caíram quase 8% após o anúncio desses resultados, mesmo num dia de alta nas bolsas americanas. Os investidores não gostaram da queda das margens de receita liquida e na margem de lucro líquido, e acharam que a empresa não soube administrar bem as receitas geradas em moedas estrangeiras.
Os anúncios nas páginas de resultados de buscas foram responsáveis por 66% do faturamento no período (US$ 3,53 bilhões), e a rede de sites afiliados do programa Adsense (como o DosLucas!!) gerou receitas de US$ 1,66 bilhões, ou 31% do faturamento global. Entretanto, o Custo de Aquisição de Tráfego, quantidade de dinheiro pago pelo Google aos seus parceiros do AdSense, representou US$ 1,47 bilhões, ou 28% da receita bruto. Ainda assim, o Adsense gerou uma margem liquida de 11,5% para o Google, uma cifra invejável.
O Google tem conseguido lidar bem com os problemas ecônomicos dos EUA, conseguindo diversificar a origem de suas receitas. No segundo trimestre de 2008, 52% das receitas vieram de fora dos EUA. Em 2007, este percentual era de 48%. O maior mercado estrangeiro para o Google é o do Reino Unido. Este país gerou 14% da receita bruta da empresa. Também, o mercado publicitário da internet inglesa é gigantesco. Espera-se que em 2009 a participação da publicidade na Web seja maior que a TV neste país, movimentando cerca de US$ 5,6 bilhões ao ano.
Por fim, o número de cliques válidos nos links patrocinados aumentou 19% em relação a 2007 e a receita líquida da empresa foi de US$ 3,86 bilhões, número recorde e em linha com o esperado pelos analistas, e o lucro liquido cresceu 40% atingindo US$ 1,3 bilhão. Apesar disso, as ações do Google caíram quase 8% após o anúncio desses resultados, mesmo num dia de alta nas bolsas americanas. Os investidores não gostaram da queda das margens de receita liquida e na margem de lucro líquido, e acharam que a empresa não soube administrar bem as receitas geradas em moedas estrangeiras.
16:54

A Internet americana tem se mostrado bastante concentrada. Segundo pesquisa da Compete, empresa de serviços de mídia on-line, os 20 sites mais acessados nos EUA concentram 39% de todo o tempo gasto pelos Internautas na Web. Neste seleto grupo, se destacam os sites de relacionamento, como o FaceBook e o MySpace. Essas redes sociais são líderes em número de acessos e em por visitantes e em duração de cada visita. O FaceBook, por exemplo, recebe uma média de 22 visitas por usuário, que gastam cerca de 12 minutos a cada visita.
Estes sites têm em comum o fato de possuírem conteúdo produzido pelo usuário, que interagem trocando conteúdo entre si. Além disso, cada Internauta monta a sua experiência nas redes sociais do jeito que melhor lhe agrada, customizando o lay out e escolhendo o conteúdo de suas páginas de maneira personalizada. Os gigantes da Web já perceberam que esse é o futuro da Interne, e lançaram serviços nesta área. O IGoogle é o maior exemplo desses novos serviços, pois permite que o usuário crie a sua página inicial na internet do jeito que melhor lhe agrada, com notícias, e-mail, agenda e imagens definidas pelo usuário.
Esta tendência deve ser olhada de perto pelos profissionais de Marketing de Buscas, pois mostra a importância do conteúdo e das redes sociais no processo de otimização de um site.
Estes sites têm em comum o fato de possuírem conteúdo produzido pelo usuário, que interagem trocando conteúdo entre si. Além disso, cada Internauta monta a sua experiência nas redes sociais do jeito que melhor lhe agrada, customizando o lay out e escolhendo o conteúdo de suas páginas de maneira personalizada. Os gigantes da Web já perceberam que esse é o futuro da Interne, e lançaram serviços nesta área. O IGoogle é o maior exemplo desses novos serviços, pois permite que o usuário crie a sua página inicial na internet do jeito que melhor lhe agrada, com notícias, e-mail, agenda e imagens definidas pelo usuário.
Esta tendência deve ser olhada de perto pelos profissionais de Marketing de Buscas, pois mostra a importância do conteúdo e das redes sociais no processo de otimização de um site.
16:38
Em estudo divulgado pela Advertiser Perceptions na Advertising Age de 02 de Junho de 2008 indica que a associação de outras mídias à TV aumenta o efeito dos anúncios no público-alvo. Trata-se de uma pesquisa que endossa o senso comum que diz ser melhor usar a inteligência na montagem de um bom mix de mídia, do que apostar todas as fichas no broadcasting. No caso da associação de anúncios na TV com publicidade na Internet, verificou-se um aumento de até 39% na propensão a compra por parte dos consumidores.
Este estudo também mostra uma queda no poder persuasivo dos anúncios televisivos. Se comparado com a Internet e as revistas, os espectadores exclusivos de TV são 3% menos propensos a comprar um produto anunciado num anúncio.
Com informações da Revista Meio Digital de Julho.
Este estudo também mostra uma queda no poder persuasivo dos anúncios televisivos. Se comparado com a Internet e as revistas, os espectadores exclusivos de TV são 3% menos propensos a comprar um produto anunciado num anúncio.
Com informações da Revista Meio Digital de Julho.
09:05
A edição da exame desta quinzena traz uma reportagem sobre Otimização de Sites, o SEO. O título da Reportagem é "Na esteira do Google" e fala sobre o surgimento de empresas focadas em cuidar da imagem das empresas no Google. Entretanto, me parece que há uma confusão sobre o conceito de SEO. Pelo que eu saiba, o processo de otimização de sites é uma parte importante do Marketing de Buscas que se procupa em melhorar a indexação de uma site pelos mecanismos de buscas de modo a melhorar o posicionamento destas páginas nos resultados de buscas.
A reportagem trata o SEO como uma estratégia de gerar conteúdo positivo sobre uma marca ou site, de modo a fazê-lo aparecer acima das páginas com conteúdo negativo. Acho que não é bem assim. Durante o processo de otimização de um site é preciso identificar sites e diretórios importante para o tema do site, além de saber em quais fóruns e comunidades o site ou tema é citado. Este material serve para saber quais são os sites-alvos a se criar um relacionamento que resulte, entre outras coisas, em inbound links. Trata-se de um entendimento do Marketing de Buscas como Relações Públicas na Web.
Isso não significa excluir o conteúdo negativo sobre um site ou uma marca, mas fazê-lo figurar bem nas buscas sobre temas relacionados ao seu conteúdo ou negócio de um site, mas também torná-lo citação freqüente nos pricipais sites relacionados.
A reportagem trata o SEO como uma estratégia de gerar conteúdo positivo sobre uma marca ou site, de modo a fazê-lo aparecer acima das páginas com conteúdo negativo. Acho que não é bem assim. Durante o processo de otimização de um site é preciso identificar sites e diretórios importante para o tema do site, além de saber em quais fóruns e comunidades o site ou tema é citado. Este material serve para saber quais são os sites-alvos a se criar um relacionamento que resulte, entre outras coisas, em inbound links. Trata-se de um entendimento do Marketing de Buscas como Relações Públicas na Web.
Isso não significa excluir o conteúdo negativo sobre um site ou uma marca, mas fazê-lo figurar bem nas buscas sobre temas relacionados ao seu conteúdo ou negócio de um site, mas também torná-lo citação freqüente nos pricipais sites relacionados.
07:38
Not Words, for a while!!
07:09
Atualmente, a busca por imagens é o ponto fraco da busca na Internet. Os computadores não conseguem entender o que as imagens representam e baseiam o seu entendimento sobre elas no contexto em que elas se inserem. Entretanto, o texto que acompanha as imagens, geralmente, não as descrevem de maneira satisfatória. Isso faz com que a busca po imagens na Web ainda seja uma experiência pouco animadora.
Para contornar este problema, o líder no mercado de buscas na Web, o Google, está desenvolvendo novas formas de indexação de imagens, tais como processamento digital dessas e visão computacional que visam entender o significado do agrupamento dos pixels na imagem. Isso deve levar à busca visual, tornando possível tanto achar de maneira mais eficiente imagens na Web, quanto realizar buscas a partir de imagens (e não de palavras-chave). Segundo R.J. Pittman, diretor do Google, são comercializados mais de 750 milhões de celulares com câmera ao redor do mundo e mais de 10 milhões de câmeras fotográfica todos os anos. Isso somado, gera uma torrente de dezenas de bilhões de novas imagens na Web todos os anos. Organizar e tornar acessível estas imagens é um mercado bastante promissor para os buscadores e pode gerar novas oportunidades para o Marketing de buscas.
Para contornar este problema, o líder no mercado de buscas na Web, o Google, está desenvolvendo novas formas de indexação de imagens, tais como processamento digital dessas e visão computacional que visam entender o significado do agrupamento dos pixels na imagem. Isso deve levar à busca visual, tornando possível tanto achar de maneira mais eficiente imagens na Web, quanto realizar buscas a partir de imagens (e não de palavras-chave). Segundo R.J. Pittman, diretor do Google, são comercializados mais de 750 milhões de celulares com câmera ao redor do mundo e mais de 10 milhões de câmeras fotográfica todos os anos. Isso somado, gera uma torrente de dezenas de bilhões de novas imagens na Web todos os anos. Organizar e tornar acessível estas imagens é um mercado bastante promissor para os buscadores e pode gerar novas oportunidades para o Marketing de buscas.